A VISITAR | ALGARVE
     
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Concelho de Albufeira
Gastronomia

Centro Internacional, Albufeira prima por uma culinária rica e diversificada.
A grande variedade de restaurantes oferece-lhe, desde pratos regionais às mais refinadas especialidades da cozinha Francesa, Italiana, ou Alemã.
Região ligada ao mar, os pratos de peixe e marisco constituem uma presença marcante na gastronomia.
A sardinha, o linguado, o robalo, são sempre frescos e deliciosos. A lagosta e as gambas, um verdadeiro "Manjar dos Deuses". A caldeirada, mistura dos mais variados peixes com batatas, pimentos e salsa é um dos pratos mais apreciados e primorosamente confeccionado pelos pescadores.
As amêijoas na cataplana, o arroz de marisco, os choquinhos com tinta e a salada de polvo são especialidades a que não deve resistir!
O atum, abundante na costa até princípios da década de 70, destacou-se há muito na gastronomia algarvia, sendo cozinhado de diversas formas.
Isto não esquecendo o Xerém (papas de milho) as favas e as ervilhas à algarvia, com um bom vinho algarvio a acompanhar.
No final da refeição, não deixe de experimentar todos os doces confeccionados à base de amêndoas, gila e figos, mas prove também os bolinhos de alfarroba e os famosos D. Rodrigos.
MONUMENTOS

Torre do Relógio - O ex-libris da cidade. Com uma coroa de ferro que sustenta o sino das horas, proporciona uma vista panorâmica excelente sobre a cidade.

Torre Sineira - Construída em 1869, constitui parte da Igreja Matriz, com um carrilhão de oito sinos.

Igreja Matriz - Erigida no Séc. XVIII de estilo Neoclássico veio substituir a anterior que ruiu com o terramoto de 1755. Sobre o arco da porta principal existe a Cruz de Aviz, símbolo da Ordem Religiosa – Militar a que pertenceu Albufeira. É aqui, que encontramos, entre outras, uma imagem do séc. XVIII de Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Albufeira.

Capela da Misericórida - Antiga mesquita Árabe transformada em capela no ano de 1499, com alguns traços góticos.

Igreja de Sant'Ana - Este templo foi construído no século XVIII. A Capela Mor apresenta um retábulo em madeira, possivelmente, da autoria dos mestres Francisco Xavier Guedelha e João Baptista.

Igreja de São Sebastião - Construída em meados do século XVIII. Do seu exterior salienta-se uma cúpula e dois portais em estilo Manuelino e Barroco. Hoje é Museu de Arte Sacra. De salientar o valor artístico dos azulejos e imagens do séc. XVI e XVII, que podemos apreciar no seu interior.

Ermida de N. ª Senhora da Orada - Remonta ao Séc. XVI a primeira capela, sendo que a actual foi erguida na 2ª metade do Séc. XVIII.Todos os anos, nos dias 13, 14 e 15 de Agosto realiza-se a Festa da Senhora da Orada, com a Procissão e o Cortejo pelo Mar, durante o qual é feita a Bênção do Mar. Esta ermida encontra-se junto à Marina de Albufeira.


Porta de Santana - Uma das portas do castelo, daria acesso à capela com o mesmo nome. Antigos Paços do Concelho – Com presumível origem na Época Medieval, foi parcialmente destruído no terramoto de 1755 mas mantém o brasão de armas dos Azevedos, Alcaides-mor do Castelo de Albufeira.

Estátua de São Vicente - Monumento em memória de Frei Vicente de St.º António. S. Vicente nasceu no ano de 1590, natural da Vila de Albufeira. Letrado e inteligente, saiu de Albufeira, tendo prosseguido os estudos na Capital.
Dedicou-se à Igreja após falecimento dos pais. A sua fé levou-o a peregrinar pelo Oriente, Japão mais precisamente. Sofreu nas mãos de inimigos da Cristandade. Faleceu a 3 de Setembro de 1632 erguendo um crucifixo e bradando “Viva a Fé de Jesus Cristo“. É em Setembro, que se Celebra a Festa de São Vicente de Albufeira.

Muralha de Albufeira - Apenas sobre um pequeno resquício, onde talvez se encontrasse uma das torres da muralha do castelo. (Rua Joaquim Pedro Samora). Ficaria aqui a Porta norte ou da Praia.

Bateria de Albufeira - Construída, provavelmente, no século XVI, numa zona onde a falésia mede 41 metros de altura. O desmoronamento da falésia veio pôr a descoberto este compartimento subterrâneo que servia para armazenamento de munições.

Arco da Travessa da Igreja Velha - De arquitectura árabe, o arco revela a existência nesta rua de uma antiga mesquita árabe, mais tarde transformada em Igreja Cristã e destruída durante o terramoto de 1755.

Museu Municipal de Arqueologia - Exposição de peças relacionadas directamente com a história da cidade.

 
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Concelho de Alcoutim
Dos concelhos do Algarve, Alcoutim, com os seus 576,57 quilómetros quadrados de área, é o que mais a nordeste se situa. Tendo a ribeira do Vascão a separá-lo dos concelhos de Mértola e Almodôvar a norte, faz fronteira a oeste com Loulé e a sul com Tavira e Castro Marim. Longe das multidões e da agitação dos centros turísticos do litoral algarvio, Alcoutim é um paraíso de tranquilidade entre a serra do Caldeirão e o rio Guadiana, fronteira natural com a vizinha Espanha. A vila de Alcoutim é a sede deste município com apenas 3 770 habitantes (2001) e que se subdivide em 5 freguesias – Alcoutim, Pereiro, Giões, Martinlongo e Vaqueiros. A região mantém bem vivo o seu artesanato, eminentemente ligado à vida rural, com peças que vão das tradicionais mantas de lã ou de trapos, à cestaria em cana e vime, olaria, bordados e rendas, toalhas de linho, arranjos florais em palha de milho, bonecas de juta, e tantas outras. A caça, a carne de porco e de borrego, e o peixe do rio constituem a base de uma rica e diversificada gastronomia, onde se destaca também uma apetitosa doçaria que reflecte, em grande parte, a abundância de mel, figos e amêndoas do Algarve. Por tudo isto, aliado à hospitalidade e simpatia das suas gentes, Alcoutim merece a sua visita. Boa estada!
A visitar:

Castelo de Alcoutim
Esta fortaleza foi construida no séc. XIV, no reinado de D. Dinis, arrasando quaisquer vestígios de épocas anteriores, nomeadamente do periodo compreendido entre a Idade do Ferro e o período romano republicano. Situado na vila de Alcoutim que foi reconquistada aos muçulmanos em 1240, durante o reinado de D. Sancho II. Mas foi D. Dinis que mandou repovoar a vila e lhe concedeu carta de foral em 9 de janeiro de 1304.
Esta praça militar, ocupada militarmente a partir da Baixa Idade Média, dependia da Ordem de S. Tiago.
Tornou-se num ponto estratégico na defesa da fronteira com Castela, sendo aqui celebrado em 31 de Março de 1371 o Tratado de Paz de Alcoutim, entre D. Fernando de Portugal e D. Henrique de Castela.
No séc. XVII, Alcoutim torna-se uma das fortalezas palco das Guerras da Restauração, mantendo-se como um dos baluartes na defesa da fronteira. Tendo ainda um papel activo nas lutas liberais do séc. XIX.
Durante as Guerras da Restauração, o castelo estava transformado em fortaleza, preparada para receber artilharia, com edifício destinado a paiol de pólvora e com o acrescento de patamar ou bico, voltado para San Lúcar de Guadiana, onde podiam instalar-se seis a sete canhões, de que resta apenas o cano de um, depositado no Núcleo Museológico do Castelo.
A partir de 1878, o recinto amuralhado funcionou, durante décadas, como açougue, palavra de origem árabe para designar mercado de carnes e não só.
O que hoje se pode visitar é resultado da reconstrução do tempo de D. Manuel I e do restauro na década de quarenta deste século.
Foi classificado Imóvel de Interesse Público em 1973, sendo alvo de um projecto de recuperação e valorização em 1992/3, levado a cabo pela Câmara Municipal de Alcoutim.

Horário
Horário de Verão (Abril a Setembro) 10.00 - 19.00
Horário de Inverno (Outubro a Março) 09.00 - 17.30

No interior do castelo poderá ver também o Núcleo de Arte Sacra e o Núcleo de Arqueologia.

Castelo Velho
O Castelo "Velho" de Alcoutim é uma estrutura defensiva do período islâmico, construído entre os séc. VIII/IX, localiza-se a 1 Km para norte da vila, no cerro de Santa Bárbara.
A tipologia deste castelo de planta rectangular, parece coincidir com uma fase do processo de islamização da Península Ibérica (séc. VIII/IX e X) e enquadra-se na construção de castelos do período omíada.
A primeira fase de construção corresponde ao período emiral (séc. VIII/IX), no século seguinte, período califal, verificaram-se algumas remodelações no urbanismo e construção de uma torre junto da porta principal. Na época dos reinos de taifa (séc. XI) o castelo velho é ainda habitado, mas será durante este século que se verificará o seu abandono.
O seu abandono estará relacionado provavelmente com as revoltas locais no Garbe, que deram origem no ínicio do século XII às segundas taifas.
Construído num local que, devido à sua implantação sobranceiro ao Guadiana, proporciona imagens de grande beleza natural. Esta implantação teria na sua origem uma preocupação estratégica de domínio neste importante curso de água e controlo do comércio mineiro, essencialmente o cobre proveniente dos afloramentos locais.
Terão tido igualmente um papel importante como centros polarizadores de carácter regional, dominando e protegendo os núcleos rurais do seu território.
O local está protegido por uma rede, só sendo possivel visitá-lo pelo exterior.
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Concelho de Aljezur
Praias

Inserido na Costa Vicentina, o concelho de Aljezur, com uma orla costeira com mais de 40 Km de extensão, apresenta um clima mediterrânico com influência marítima e uma temperatura média mensal que varia entre os 6º C, o mínimo do mês mais frio e os 29ºC, máximo do mês mais quente. A precipitação média anual é de 400 a 500 mm e a insolação de 2800 a 3000 horas anuais. Predominam os ventos de NW e de N.
As praias rodeadas pelo perfil serrilhado de altas arribas xistosas, ora prolongam-se terra adentro em dunas extensas ora são conchas de areia dourada ladeadas pelas rochas negras altaneiras. Nesta costa poderá assistir a um magnífico pôr-do-sol.
Paraíso dos pescadores, dos surfistas e praticantes de Bodyboard, assim como dos amantes da natureza, também famílias com crianças podem aqui desfrutar de umas agradáveis e tranquilas férias.
Assim, a seguir se distinguem as praias mais adequadas para Famílias (FAM), as ideais para os Amantes da Natureza (AN) e as mais procuradas pelos surfistas e praticantes de Bodyboard (SURF/BB).

PRAIA DE ODECEIXE (FAM)
PRAIA DE ODECEIXE-SUL - “PRAIA DAS ADEGAS” - (AN)
PRAIA DA SAMOUQUEIRA (AN)
PRAIAS DE VALE DOS HOMENS E DA CARRIAGEM (AN)
PRAIA DA AMOREIRA (FAM)
PRAIA DE MONTE CLÉRIGO (FAM)
PRAIA DA ARRIFANA (FAM, SURF/BB)
PRAIA DE VALE FIGUEIRAS (FAM, SURF/BB)
PRAIA DA BORDEIRA (AN)
PRAIA DO AMADO (AN, SURF/BB)

Monumentos:

Museu Municipal (composto por dois núcleos museológicos e uma galeria de arte)

Núcleo de Arqueologia – Apresenta importantes vestígios arqueológicos dos períodos Mirense (final da Idade Glaciária - 7000 anos a.C.), Neolítico Final/Calcolítico (3000-2500 anos a. C.) e Idade do Bronze (1200-900/800 anos a.C.).
Interessante conjunto de cerâmicas muçulmanas provenientes do Castelo de Aljezur. Destaca-se ainda a Pedra de Armas com o Brasão da Ordem de Santiago, que se julga proveniente da antiga Igreja Matriz de Aljezur, destruída pelo terramoto de 1755.

Núcleo de Etnografia – Com a representação de um quarto e uma cozinha tradicionais, apresenta ainda um amplo espaço com um valioso espólio, onde constam peças da etnografia aljezurense, tais como: a charrua, a carroça, os arados, bem como diversos utensílios utilizados na lide diária das actividades tradicionais.

Igreja da Misericórdia – Edificada no século XVI, ficou danificada pelo terramoto de 1755, pelo que foi reconstruída no século XVIII. Possui um singelo portal renascentista, que ostenta a data de 1577. Propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Aljezur, o seu interior é também de uma grande simplicidade, com uma só nave e um pequeno e simples arco triunfal (Renascença).

Museu de Arte Sacra Monsenhor Manuel Francisco Pardal – Anexo à Igreja da Misericórdia, é um museu de temática religiosa (Arte Sacra), com o espólio da Misericórdia de Aljezur, da Paróquia de Nossa Senhora da Alva e com algumas ofertas e aquisições. O seu patrono é o ilustre aljezurense Monsenhor Cónego Manuel Francisco Pardal (1896/1979).
As peças estão distribuídas por sete vitrinas de acordo com o Tempo Litúrgico da Igreja Católica: Advento, Natal, Tempo Comum, Quaresma e Semana Santa, Páscoa, Pentecostes e Tempo Comum. De destaque é a primeira vitrina que contém objectos pessoais e outros, referentes ao patrono deste museu.

Casa-Museu Pintor José Cercas – Do acervo da casa do pintor José Cercas (1914-1992), natural desta vila, constam peças de louças nacionais e estrangeiras, faianças, esculturas, arte sacra, valioso mobiliário de várias épocas, quadros e desenhos da sua autoria e outras pinturas de artistas nacionais.

Museu Antoniano – Foi anteriormente a capela de Santo António de Aljezur, construção do séc. XVII. Depois de 1809 passou a servir de habitação, tendo sido, em 1998, aqui instalado um museu alusivo a Santo António. Possui imagens do santo de épocas diferentes, quadros, gravuras antigas, livros, moedas e medalhas, estampas e outras curiosidades relativas ao tema.

Castelo – Monumento Nacional. Erguido pelos árabes no séc. X e tomado aos mouros no séc. XIII foi o último castelo a ser conquistado no Algarve. Embora em mau estado de conservação, mantém a sua cerca de muralhas (séc. XIV) e duas torres. Daqui desfruta-se de uma magnífica vista panorâmica: a nascente sobre a imensa várzea de Aljezur e sobre a zona da Igreja Nova, e a poente sobre o Vale D. Sancho, onde outrora se cultivava o arroz.

Fonte das Mentiras – Situada à beira do caminho, na base do contraforte oeste do cerro do castelo, é poeticamente um lugar de conjuntura arqueológica e histórica e tema de variadas lendas. É que a fonte, defendem, através de uma passagem subterrânea comunica com o castelo e ali se escondera uma bela moura, amada por um cristão, aquando da conquista da vila.

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Alva ou Igreja Nova – Localizada no aglomerado urbano da vila de Aljezur denominado de Igreja Nova, foi erigida nos finais do séc. XVIII. O interior, de três naves, apresenta o retábulo da Capela-Mor em talha neoclássica (1809), ostentando a imagem da padroeira de Aljezur, Nossa Senhora da Alva.

Ruínas da Fortaleza da Arrifana – Apesar de nos meses de Verão se armar, frente à Praia da Arrifana, uma armação de pesca, só no reinado de Filipe III (1635) aí se mandou levantar um Forte para defesa dos pescadores, da praia e enseada, sendo Governador e Capitão-Mor do Reino do Algarve, D. Gonçalo Coutinho.
Com o passar dos anos, o forte foi-se progressivamente destruindo, sobretudo devido à acção do tempo e das águas do mar nas marés vivas. Reedificado em 1670, foi em 1755 atingido pelo grande terramoto, tendo ficado profundamente danificado.
Autêntico miradouro natural, daqui poderá desfrutar de uma das mais belas panorâmicas da Costa Vicentina.

Rîbat da Arrifana - Próximo do Vale da Telha, o Rîbat da Arrifana, convento-fortaleza fundado pelo mestre sufi Ibn Qasî, cerca de 1130, foi erguido na Ponta da Atalaia e servia durante a longa ocupação árabe como um misto de centro religioso e militar.
Escavações arqueológicas levadas a efeito puseram a descoberto um conjunto de mesquitas e de oratórios, de diferentes constituições e dimensões, continuando ainda os trabalhos por equipas de arqueólogos. Estamos perante o que resta de um dos maiores Rîbats jamais encontrados na Península Ibérica.
Em particular, mantêm-se extremamente bem conservados os espaços consagrados às orações a Alá, virados para Meca.

Igreja Paroquial de Odeceixe – Construída no século XIX foi inaugurada em 1880. A padroeira é Nossa Senhora da Piedade e pertencia ao padroado da Ordem de Santiago.
A arquitectura é de uma grande simplicidade, destacando-se no interior, um equilibrado arco triunfal de estilo manuelino. Capela-mor em estilo neoclássico.

Moinho de Vento de Odeceixe – Localizado no alto da vila de Odeceixe. Em pleno funcionamento, é possível observar-se todo o processo artesanal de moagem de cereais, onde o moleiro vigia a direcção do vento e domina todas as tarefas implícitas na moagem. Também deste local poderá desfrutar de uma magnífica panorâmica sobre o casario branco da vila, sobre a várzea e sobre a serpenteante ribeira de Seixe.

Adega-Museu de Odeceixe – Este núcleo museológico pretende recriar um espaço de adega, tal como outrora existiam várias nesta zona, sobretudo entre as décadas de vinte e quarenta do século XX. Esta casa desempenhava para o seu proprietário uma função social. Para ela convidava os amigos para a “prova do vinho” e para a “petisqueira”, como nela se podia ultimar um “negócio” ou oferecer a “adiafa” (refeição ou merenda oferecida aos trabalhadores pela conclusão de uma tarefa agrícola ou de uma construção).
No seu espólio podem ser observados os utensílios suficientes para o desempenho da actividade.

Moinho de Arregata – A escassos metros de Rogil, sede de freguesia, encontra-se o Moinho de Arregata. Também aqui é possível observar-se os engenhos e utensílios artesanais de moagem de cereais.

Igreja Paroquial da Bordeira – Templo possivelmente anterior ao terramoto de 1755, apresenta uma arquitectura bastante simples. Porém, o seu interior, de uma só nave, é de um enorme contraste com o exterior. O arco triunfal, o altar-mor e os colaterais apresentam-se em talha barroca, com motivos genuinamente algarvias, como os figos, que proliferam por toda a província. A padroeira é Nossa Senhora da Encarnação.
Na frontaria principal da igreja da Bordeira existe um pórtico de cantaria em estilo manuelino, que dá acesso ao antigo cemitério, anexo à igreja. Admite-se, contudo, que não foi executado para este fim, considerando-se o seu posterior reaproveitamento para aquela entrada.

Fortaleza e Igreja da Carrapateira – Situada na aldeia da Carrapateira, a Fortaleza data de 1673, para defesa da costa contra os corsários marroquinos e envolve a igreja à data já existente naquele local, dedicada a Nossa Senhora da Conceição.

Museu do Mar e da Terra da Carrapateira - Localizado na aldeia da Carrapateira, este museu pretende transmitir a vida do mar e de quem dele subsiste, assim como as actividades ligadas à terra, através de audiovisuais e da representação de objectos e utensílios utilizados na lide diária dessas actividades tradicionais.


 
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Praias

Uma pequena faixa do Concelho de Castro Marim estende-se até à costa, o­nde se localizam algumas das mais belas praias do Sotavento Algarvio: são elas a Praia da Alagoa, a Praia Verde e a Praia do Cabeço.
Com o passar do tempo, e com o incremento da actividade turística, estas praias têm vindo a ser consideradas como um polo atractivo o­nde o sol impera num ambiente rodeado por uma considerável biodiversidade.
Muitas são as razões que atraem a atenção nestes locais: de facto o largo e vasto areal, que culmina num mar de águas calmas e amenas, é apenas uma parte do “pequeno paraíso” que aí podemos encontrar. Um cordão de dunas estáveis e densas, que separa a praia do pinhal, constitui um ecossistema rico, com uma grande diversidade na fauna e na flora, que permite a existência de espécies adaptadas ao meio litoral e continental.
Desde giestas ao camaleão, muitas são as espécies que tornam esta zona um reduto de riqueza ambiental que todos podem desfrutar. O fresco da vegetação, combinado com a maresia, criam uma atmosfera especial e atractiva que assim se tem mantido graças em grande parte ao esforço de conservação, em prol de um desenvolvimento sustentável que se pretende que permita às gerações vindouras desfrutar deste rico ecossistema localizado no Sotavento Algarvio.

Locais de Interesse

O Castelo de Castro Marim

O Forte de S. Sebastião em Castro Marim

A Ermida e o Revelim de Santo António em Castro Marim

A Reserva do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Sto António

As praias do concelho: Alagoa, Cabeço/Retur e Verde

A Igreja de Nossa Sra dos Mártires em Castro Marim

A Igreja do Divino EspíritoSanto em Azinhal

A Igreja do Imaculado Coração de Maria em Altura

As Barragens de Odeleite e do Beliche

O Miradouro do Rossio em Odeleite

 
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Concelho de Faro

Locais de Interesse

Galerias de Arte
Monumentos
Museus
Ria Formosa
Teatro Municipal de Faro

Praias/Ilhas

Praia de Faro
Ilha da Culatra
Ilha Deserta
Ilha do Farol

Ria Formosa

A cidade de Faro esteve desde sempre ligada à ria, vivendo com ela face a face. Pelas suas águas chegaram sucessivos povos - Tartessos, Fenícios, Gregos, Celtas, Cartagineses, Romanos, Visigodos, Bizantinos, Árabes, Normandos, etc. Uns fixaram-se e aqui viveram, passando por ciclos de evolução ou crise na decorrência normal do quotidiano; outros limitaram-se a pilhar e a saquear. A todos a ria oferecia com abundância as suas riquezas - o marisco, o peixe, o sal e o seu encanto...
" Então a ria de Faro, quando está espelhada e serena como um lago dormente, é um deslumbramento vista ao clarão desses ocasos gloriosos, jorrando uma luz offuscante que se estampa na paizagem e no espelho das águas em matizes da mais caprichosa phantasia, em tonalidades polychronicas n'um predomínio do ouro ardente, até que o horisonte se inflamma n 'um intenso rubor sanguíneo, transfigurando magicamente a vasta lagôa, como se as suas águas crystallinas, luminosas, se tingissem de viva purpura, ao mesmo tempo que, no mais intenso da cyclopica labareda, os barcos vogando ou estanciados na esbrazeada superfície, salamandras enormes vivendo no fogo, assumem um aspecto phantastico envoltos n'aquelle incendio limpido e inoffensivo (Júlio Lourenço Castilho, O Algarve, Porto, 1894, p. 13)."



O Parque Natural da Ria Formosa ocupa no sotavento algarvio a extensa área lagunar delimitada pelas penínsulas de Ancão e da Manta Rota. De um lado está o oceano, contido por uma barreira de ilhas estreitas e arenosas desenvolvendo-se em sentido mais ou menos paralelo à linha de costa: Barreta, Culatra, Ármona, Tavira e Cabanas. A agitação do mar e o vaivém, das marés contrasta com as águas meio paradas de uma ria sulcada por sapais, salgados, vasas, ilhotes e um sem número de canais que confinam com praias e cordões dunares que anunciam a terrafirme. As barras entre as ilhas possibilitam a entrada e saída das águas do mar permitindo que a maré se faça sentir em toda aparte.
Dois factos dominam porém o horizonte, as ilhas que a protegem do mar e o sapal que lhe confere a sua tonalidade dominante. As primeiras, sujeitas aos caprichos de mares e ventos, têm as suas areias em permanente deslocação, abrindo-se e fechando-se as barras, as próprias ilhas mantendo-se numa contínua migração. A claridade das areias contrasta com o solo lodoso e encharcado do sapal, conjunto de vastas plataformas cobertas de uma vegetação que nos intriga pela monotonia, ora escondida pela maré alta, ora a descoberto quando as águas baixam (Parque Natural da Ria Formosa, Serviço Nacional de Parques, Reservas e Conservação da Natureza, Lisboa, 1989, p. 4).

A Ria Formosa é uma laguna que está separada do mar por um cordão arenoso, interrompido por barras naturais e artificiais, compreende uma estreita faixa terrestre e um cordão dunar litoral quase paralelo à orla continental, formado por penínsulas e ilhas-barreira arenosas que servem de protecção a uma vasta área de sapal, canais e ilhotes.

A Ria Formosa é uma área protegida com o estatuto de Parque Natural, legalmente criada pelo Decreto-Lei nº 373/87 de 9 de Dezembro, tem como objectivos preservar o sistema lagunar, proteger a fauna e flora específicas da região, as espécies migratórias e os habitats, e promover o uso ordenado do território e dos recursos naturais, contribuindo para o desenvolvimento económico, social e cultural e para o ordenamento das actividades recreativas e que se estende pelos Concelhos de Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Stº António e abrange uma área de cerca de 18400 ha ao longo de 60km desde o Ancão até à Manta Rota.


A Ria Formosa é uma zona húmida de importância internacional como habitat de aves aquáticas:
» Constitui zona de invernada de aves provenientes do norte e centro da Europa.
» Constituir zona de passagem importante para as migrações entre o norte da Europa e a África.
» Abriga espécies raras em Portugal.
» Possibilita a nidificação a espécies cujos habitats têm vindo a regredir.

Para além da importância ornitológica, a Ria constitui ainda local de abrigo e alimentação para diversas espécies aquáticas, particularmente nas suas fases juvenis.

Alberga uma população fixa de 7.500 habitantes que na época estival chega a triplicar. A maior parte da população residente dedica-se a actividades directamente ligadas à Ria Formosa - pesca, mariscagem, moluscicultura (viveiros para produção de moluscos bivalves), produção de sal e piscicultura.

É uma importante área de produção natural de bivalves, com mais de 1.000 ha de viveiros de amêijoa que produzem 80% dos moluscos exportados e cerca de 70% dos que se consomem no nosso país.

Quanto á flora, constitui uma área de grande interesse botânico, com formações como a mata esclerófila, vegetação de sapal e dunas, que urge preservar.
O Parque Natural é composto por duas áreas principais, o Sapal e as Dunas. O Sapal está coberto pela água do mar na maré alta e descoberto na baixa-mar. Nas dunas existem espécies vegetais que se adaptaram aos ventos fortes, à salinidade e à permeabilidade do solo. As raízes destas plantas contribuem para a manutenção e estabilização destas formações arenosas, daí a necessidade de evitar o pisoteio das dunas, que destrói essa protecção natural.
Experimente um passeio pelo Parque Ribeirinho.

 


 
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Concelho de Lagoa
Praias

A faixa litoral do Concelho de Lagoa (com cerca de 17 Km aproximadamente) é das mais deslumbrantes da região, exibindo um encanto invulgar.

O trabalho desenvolvido pela Natureza revela-nos belezas únicas, desenhando e esculpindo todos os pormenores do rendilhado das furnas, onde por vezes só é possível aceder por barco. Neste magnífico trecho da costa estão as mais belas e acolhedoras praias do mundo, de areia fina e água cristalina.

A enorme beleza do litoral de Lagoa tem vindo a atrair um número cada vez maior de turistas fiéis, que todos os anos procuram as Praias da Senhora da Rocha, Marinha, Do carvalho, Vale Centeanes, Carvoeiro, entre outras. De areias magníficos envoltas por arribas altas e como que cinzeladas, são das mais pitorescas da região, mantendo-se praticamente inalteradas apesar do fluxo turístico que registam.

A Associação Ambientalista Quercus, atribuiu, no ano 2003, o galardão de Qualidade de Ouro a 4 praias do Concelho de Lagoa (Marinha, Benagil, Senhora da Rocha e Cova Redonda). Esta classificação permite aos utilizadores uma maior confiança na sua utilização, pois desde 1993, altura em que o Ministério do Ambiente iniciou a realização de análises frequentes, estas praias não apresentaram oscilações na qualidade da água.

 

PRAIA GRANDE
Praia de Extenso Areal

PRAIA DO PINTADINHO
Pequena praia águas calmas

PRAIA DOS CANEIROS
Situada entre arribas de grande beleza.
Em frente o colorido rochedo do leixão das gaivotas.


PRAIA DO MATO
Praia pequena e pouco frequentada devido ao seu difícil acesso.


PRAIA DE CARVOEIRO
Cartaz turístico do concelho e da região. Centro cosmopolita.
Encanto de uma praia de pescadores e de uma baia de águas calmas.
Aluguer de barcos para visita das furnas e das praias isoladas.


PRAIA VALE DE CENTEANES
Localizada entre rochedos e falésias de grande valor cénico.
Condições para a prática de surf.


PRAIA DE BENAGIL
Encantadora praia junto a uma pitoresca aldeia de pescadores.
Podem alugar-se barcos para alcançar praias isoladas.


PRAIA DO CARVALHO
Extensão de areia entre falésias ocres.
Equipamento turístico.


MARINHA, BARRANQUINHO, ALBANDEIRA, BARRANCO
Praias pouco frequentadas, tranquilas e de pequena dimensão.
Podem ser atingidas pelo litoral através das rochas e dos túneis naturais.


PRAIA NOVA E SENHORA DA ROCHA
Duas praias separadas pelo rochedo onde se ergue a Capela da Nossa Senhora da Rocha.
Condições para aluguer de barco para visita da costa.


PRAIA COVA REDONDA
Pequeno e encantador areal entre falésias.
Equipamento Turístico.



Património


Lagoa possui um património inestimável, intimamente ligado à própria história do Concelho, mescla de diferentes povos e culturas, testemunho de um passado que se enraíza no presente.


Terra de encantos, onde os testemunhos “vivos” nos transportam para uma agradável e enriquecedora viagem pelos tempos.

IGREJA MATRIZ DE LAGOA

A sua construção sofreu grandes danos aquando o terramoto de 1755 e profundas alterações no templo tomaram lugar a fim de o recuperar, restando apenas da construção inicial, o portal manuelino do séc. XVI, os altares barrocos e a Imagem da Nossa Senhora da Luz (Autoria de Machado e Castro).
No interior do templo destaca-se o magnífico retábulo da Capela Mor onde figuram as Imagens da Nossa Senhora da Luz e de S. Sebastião.
Dignos de merecida referencia são um conjunto de relicários e imagens do séc. XVIII (entre elas, a imagem do Menino deitado numa cama de madeira ao gosto rocaille).
Na sacristia poderão ser apreciados alguns utensílios religiosos utilizados no culto religioso (naveta de prata do séc. XVIII) e um magnífico arcaz em madeira do Brasil.

CONVENTO S. JOSÉ - LAGOA
Orientado por uma Ordem Religiosa de Freiras Mendicantes, o Convento de S. José destinava-se ao recolhimento (das religiosas e ao acolhimento) de crianças abandonadas. Em 1899 passou a funcionar como colégio de meninas, sob a orientação de um grupo de religiosas dominicanas, fechando, finalmente, as suas portas em 1910. Em finais da década de 80 a autarquia procedeu à elaboração de um projecto de intervenção global visando a recuperação e adaptação do edifício para fins culturais. Desde 1993, passou a albergar um dos pólos da actividade cultural da cidade.
São pontos de interesse, a par das exposições patentes ao público, a Capela de S. José, a roda dos expostos, o claustro, que com regularidade tem sido palco de inúmeros espectáculos, um menir (artefacto datado de 5000 a 4000 a.c. oriundo de Porches, encontra-se no pátio do jardim da entrada principal), e a magnífica Torre Mirante Quadrangular.

IGREJA MATRIZ DE ESTOMBAR – ESTOMBAR
O único edifício do concelho de Lagoa classificado como Monumento Nacional, em 1984, é a deslumbrante Igreja Matriz de Estombar. Construída em meados do século XVI, no topo da colina por onde se espraia a vila, é dos exemplares mais representativos da arquitectura manuelina que se pode encontrar no barlavento algarvio.
Erguida sobre uma antiga Ermida dedicada a Santa Ana, apresenta confluência de diferentes estilos arquitectónicos, em virtude das profundas remodelações a que foi sujeita após o terramoto de 1755.
Na fachada, ladeada por duas torres simétricas, sobressai o riquíssimo pórtico manuelino, decorado com motivos vegetalistas e encimado por uma vieira, símbolo de São Tiago. São igualmente de destacar, também do estilo arquitectónico manuelino, os dois portais laterais. No interior, junto ao pórtico de entrada, evidenciam-se duas colunas manuelinas profusamente esculpidas com figuras de todas as classes sociais e um desfile de músicos. A Capela-mor guarda um retábulo de talha dourada onde se identificam as figuras de São Tiago e de São José. Destacam-se ainda as capelas de cabeceira, que apresentam uma primorosa cenografia barroca em talha e azulejaria.

IGREJA MATRIZ DE PORCHES - PORCHES
Erguida no séc. XVI, ficou praticamente arruinada, com o terramoto de 1755, conservando dos seus traços primitivos, a capela-mor, alvo de remodelações em 1882.
Fachada com portal ao gosto neoclássico, sobre a qual se abre um janelão, encimado pela coroa real. No interior, merece referência a Capela-mor, com a abóbada de nervuras revestida a magníficos azulejos do séc. XVII e o retábulo do altar mor em talha dourada onde figuram imagens do séc. XVIII.

CAPELA DA SRA. DA ROCHA– PORCHES
No magnífico promontório da Senhora da Rocha, situa-se a Capela da Senhora da Rocha. Capela muito antiga, apresentando exteriormente três arcadas suportadas por colunas de inspiração paleo cristã com capiteis estilo visigótico (séc. VI /VIII).
A singela Capela apresenta uma estrutura arquitectónica muito interessante (planta hexagonal rematada por uma cúpula com a forma de pirâmide octogonal).
No interior, o altar mor, o retábulo e a valiosa escultura de madeira da Nossa Senhora e o menino (séc. XVI) são o testemunho do admirável património que nos encanta pela simbologia e simplicidade. Segundo fontes históricas, a Capela encontrava-se envolvida por uma antiga fortaleza (séc. XV) que protegia as populações e a costa dos frequentes ataques dos corsários desaparecendo aquando do terramoto de 1755.
Em 1963, este monumento da freguesia de Porches foi classificado como Imóvel de Interesse Público, com a designação “Forte e Capela de Nossa Senhora da Rocha”.

FORTE E CAPELA DE N. SRA. ENCARNAÇÃO – CARVOEIRO
Funções religiosas e militares partilhavam este espaço. Já existia a igreja, quando, em 1675, se construiu aqui o dispositivo militar defensivo, em forma de polígono irregular, possivelmente, no lugar onde teria existido uma torre de vigia.
Foram colocadas peças de artilharia para repelir piratas que atacavam a povoação e o porto de pesca, localizados a noroeste.
No século XIX, quando desapareceram os ataques da pirataria, a fortaleza foi desactivada, tendo sido aqui instalado um posto da Guarda Fiscal. Da construção do séc. XVII, resta parte do muro a nordeste, com o vão do portal de entrada e respectiva abóbada.
Com a intervenção de 2006, consolidaram-se os muros existentes e alteou-se a torre do ângulo sudeste, a uma altura semelhante à da estrutura primitiva.

FORTE DE S. JOÃO DO ARADE – FERRAGUDO
Aproveite, para mais uma vez, saciar os olhos com os encantos da zona costeira e contemple o Forte de S. João do Arade.
Construído no séc. XVII, constituía a par da Fortaleza de Santa Catarina a principal defesa do estuário do Rio Arade. Encontra-se bem destacados os diferentes planos e as duas ordens de canhoeira, uma para fogo alto outra para fogo rasante. As variadas guaritas, acentuam-lhe o carácter de dispositivo militar.
Preterido como bastião de defesa acabou por sofrer obras de adaptação a residência, por iniciativa do poeta Coelho Carvalho.
Em 1974, foi classificado como Imóvel de Interesse Público.

IGREJA DE N. SRA DA CONCEIÇÃO - FERRAGUDO
A primitiva construção do séc. XVI ficou profundamente danificada pelo terramoto de 1755, tendo posteriormente sido reconstruída, sem que fosse mantida a traça original. No seu interior destaca-se um conjunto de imagens do séc. XVII e séc. XVIII e uma bela representação de dupla face do séc. XV representando a Nossa Senhora e o Senhor Crucificado.
Não deixe de apreciar também a magnifica colecção de ex-votos de marinheiros e pescadores.


 

 
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Concelho de Lagos
Praias

Lagos a Costa d'Oiro com rochas douradas recortadas nas falésias que mergulham em águas límpidas, quentes e calmas, onde se deleitam animais marinhos e moluscos, é de uma beleza indescritível.

As praias de areia branca e de dunas envolventes convidam ao descanso e ao lazer.

O mar e a baia são o palco ideal para os desportos e o lazer náuticos, tais como o windsurf, a canoagem, a vela, o mergulho e a pesca desportiva.

Os passeios nos pequenos botes dos pescadores ou em barcos à vela são momentos inesquecíveis, em que se descobrem grutas misteriosas ou enseadas escondidas.

Faça a sua escolha entre as bonitas praias

Gastronomia

A tradição gastronómica mais antiga e conceituada da região é a confecção do doce fino.

Estes recriam as mais diversas formas e variados feitios, baseados na tradição e cultura local.

De Lagos também são famosos os D. Rodrigo e os originais doces de amêndoa e figo.

Na cidade encontra também todo o tipo de restaurantes e tascas, onde se cozinham os mais deliciosos petiscos.

Sendo Lagos uma cidade ligada ao mar, escusado será dizer, que aqui se encontra o peixe mais fresco, e o marisco que satisfaz as delícias de qualquer visitante.

Das lagostas aos camarões, sem esquecer as sardinhas assadas, ao perfume de uma cataplana de peixe e marisco, as feijoadas de búzios, os carapaus alimados, a moreia e salada de polvo, os chocos com tinta, são de facto prazeres da cozinha algarvia, sempre acompanhadas por um delicioso vinho, típico da região.

A cozinha é um valor a descobrir, por todos os que verdadeiramente apreciam as tradições

 

 
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Concelho de Loulé
Praias
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PRAIA DE VILAMOURA

Bandeira Azul
Localização: Vilamoura, junto à Marina.
Características: praia de mar, areia branca.
Temperatura média da água no Verão: 22 graus.
Segurança: vigiada pela Delegação Marítima, sinalizada, nadadores-salvadores, embarcação de patrulha, postos de vigia.
Equipamentos e Serviços: restaurantes e café na praia, aluguer de toldos e cadeiras, desportos náuticos.

Enquadrada no maior empreendimento turístico e imobiliário da Europa, a Praia de Vilamoura tem características urbanas, sendo frequentada por uma classe média/alta nacional e internacional. Alguns dos melhores hotéis, restaurantes, bares e lojas do Algarve situam-se junto à Marina de Vilamoura, local frequentemente visitado por grandes estrelas do desporto e espectáculo. Para além do golfe, o turista pode usufruir de muitos outros espaços de lazer e animação, nomeadamente o aeródromo, o centro hípico, o clube de tiro, a pista de corta mato, os campos de ténis e squash, a galeria de arte, o cinema, ou participar em pequenos cruzeiros ou actividades náuticas.

PRAIA DE QUARTEIRA

Bandeira Azul

Localização: Quarteira.
Características: praia de mar, areia branca.
Temperatura média da água no Verão: 22 graus.
Segurança: vigiada pela Delegação Marítima, sinalizada, nadadores-salvadores.
Equipamentos e Serviços: restaurante e café na estrada, restaurante na praia, aluguer de toldos e cadeiras.

Integrada na cidade de Quarteira, esta praia é, para muitos, o grande ex-líbris do Concelho de Loulé, assumindo-se inclusive como uma referência no contexto algarvio, sendo uma das mais conhecidas e procuradas. Pode observar-se a nascente a zona húmida da Foz do Almargem envolvida por um extenso pinhal, ecossistema que coexiste em perfeita harmonia com a malha urbana. A zona envolvente à praia foi alvo de uma profunda beneficiação paisagística, através da construção de apoios de praia e da nova Avenida Marginal, no sentido de proporcionar um ordenamento mais correcto da orla costeira e um melhor acolhimento aos milhares de veraneantes que anualmente se deslocam a Quarteira.

PRAIA DE VALE DO LOBO

Bandeira Azul

Localização: Vale do Lobo, Almancil
Características: praia de mar, areia branca
Temperatura média da água no Verão: 22 graus
Segurança: vigiada pela Capitania, sinalizada, nadadores-salvadores
Equipamentos e Serviços: restaurante e café na praia, aluguer de guarda-sóis e cadeiras, desportos náuticos

Esta praia é internacionalmente conhecida e uma das mais procuradas pelo turista exigente que aprecia o requinte e a qualidade do meio envolvente.
Em Vale do Lobo, a poucos passos da luxuosa habitação ou hotel, o turista tem ao seu dispor uma vasta oferta desportiva e de lazer caracterizada pela diversidade, salientando-se a prática do golfe, ténis e desportos náuticos, ou a quietude de um passeio por entre pinheiros e espaços ajardinados bem cuidados.


PRAIA DO GARRÃO

Bandeira Azul

Localização: Vale do Garrão, Almancil

Características: praia de mar, areia branca

Temperatura média da água no Verão: 23 graus

Segurança: vigiada pela Capitania, sinalizada, nadadores-salvadores

Equipamentos e Serviços: restaurante e café na praia, aluguer de guarda-sóis e cadeiras, desportos náuticos

Chega-se à praia através de um pinhal.


Situada na zona limítrofe do Parque Natural da Ria Formosa, esta praia relativamente isolada, apresenta amplos espaços para a prática dos mais diversos desportos náuticos ou outros como o voleibol.

O banhista pode encontrar também zonas propícias a uma maior privacidade, em virtude da grande extensão de areal.

Situada a alguma distância do empreendimento turístico do Vale do Garrão, é frequentada pelo turista em geral, que se desloca normalmente na sua viatura particular.

Na zona envolvente existe um pinhal que circunda uma lagoa, ecossistema particularmente importante para a avifauna residente e migratória.

PRAIA DO ANCÃO

Bandeira Azul

Localização: Quinta do Lago, Almancil

Características: praia de mar, areia branca

Temperatura média da água no Verão: 23 graus

Segurança: nadadores-salvadores

Equipamentos e Serviços: restaurantes e café na praia, restaurantes e café na estrada, aluguer de guarda-sóis e cadeiras, cabanas de praia de madeira

Local onde começa a Ria Formosa.

Condições para surf.

Esta praia apresenta grandes extensões de areal e é provavelmente a mais isolada do concelho de Loulé, pelo que o turista aí se desloca habitualmente de automóvel.

É frequentada essencialmente pela classe média/alta e por quem gosta de gozar de algum anonimato e descrição.

Integrada no Parque Natural da Ria Formosa, apresenta vários apoios de praia perfeitamente enquadrados nesta zona de inquestionável qualidade ambiental, sendo todo o Vale do Ancão envolvido por uma mancha florestal constituída predominantemente por pinheiros e vegetação dunar.

PRAIA DA QUINTA DO LAGO

Bandeira Azul

Localização: Quinta do Lago, Almancil

Características : praia de mar, areia branca

Temperatura média da água no Verão: 23 graus

Segurança: vigiada pela Capitania, sinalizada, nadadores-salvadores, embarcação de patrulha e postos de vigia

Equipamentos e Serviços: restaurantes e café na praia, aluguer de toldos, guarda-sóis e cadeiras

Localizada em pleno Parque Natural da Ria Formosa, esta praia é particularmente procurada pela grande elite nacional e internacional.

Aqui, é perceptível o equilíbrio ecológico e a sensibilidade paisagística do empreendimento turístico da Quinta do Lago, caracterizado essencialmente por zonas de habitação dispersa.

Com excelentes infra-estruturas de apoio ao turismo de alta qualidade compreende alojamentos com restaurantes e piscinas, campos de golfe e courts de ténis, centro hípico, etc..

O acesso à praia é feito através de uma ponte em madeira com uma extensão de cerca de 320m, também ela uma obra superiormente concebida em harmonia com a envolvência do meio, onde as espécies faunísticas e florísticas gozam de um equilíbrio quase natural e paradisíaco.

 
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Concelho de Monchique
A VisitarVisitar a serra de Monchique, é visitar uma zona serrana com uma grande diversidade vegetal e clima suave, carinhosamente apelidado de "Jardim do Algarve". Património natural que induz à contemplação. Ribeiros cristalinos que desenham meandros no fundo de vales escarpados. Dotada de elevada qualidade ambiental, a frescura da serra apresenta-se como um contraponto ao caloroso litoral algarvio e Baixo Alentejo.
No centro da vila pode desfrutar de uma magnífica vista a partir do miradouro do parque são Sebastião, visitar a igreja Matriz de Monchique datada do início do século XVI, o Convento de Nossa Senhora do Desterro e aproveitar para percorrer as estreitas ruas da vila, contemplando o vasto casario branco com as típicas chaminés de saia e parar para visitar as nossas casas de artesanato. Vale ainda a pena subir a Serra até á Picota ou até ao ponto mais alto do Algarve, a Fóia, de onde se avista uma grande extensão de paisagem desde o Cabo de são Vicente até à Serra da Arrábida. Merecedor de visita é ainda o Moinho do Poucochinho, no Barranco dos Pisões, onde pode se pode fazer um agradável picnic nas suas mesas de pedra e à sombra de uma das muitas árvores classificadas existentes na serra de Monchique - um Plátano.
Não deixe de passar pelas Caldas de Monchique onde existe uma pequena praça envolta em grandes árvores e fontes, espaço propício a piqueniques e conheça ainda as Termas e as suas nascentes de água mineromedicinal, usadas desde tempos antigos para tratamentos.
Passear pelas localidades de Alferce, Marmelete e Vila de Monchique, desfrutar do património arquitectónico, histórico e cultural a par das muitas belezas naturais e provar a gastronomia tradicional, o mel, os doces, o medronho, é a nossa sugestão.

A Vila de Monchique

Cascatas

Cascata do Barbelote - A Cascata do Barbelote é uma das mais bonitas quedas de água do concelho de Monchique. Actualmente já existe um acesso para automóvel a partir da estrada de Vale de Largo-Barbelote e para os mais curiosos um pequeno acesso pedonal.

Cascata do Chilrão - A cascata do Chilrão fica perto da estrada que liga Marmelete ao Chilrão, sendo possível parar para observar a queda de água.

Cascata do Penedo do Buraco - A Cascata do Penedo do Buraco está situada perto de uma estrada alcatroada e tem assim condições favoráveis para ser visitada.


Moinho do Poucochinho
Localizado no Barranco dos Pisões, é assim chamado por influência do nome do antigo proprietário. Pisões eram os indivíduos a quem as tecedeiras entregavam os tecidos para que lhes retirassem a gordura e lhes dessem consistência. A denominação da actividade provém do facto de trabalharem com o pisão «máquina que pisa os tecidos».
Ainda hoje se pode encontrar no Barranco dos Pisões, um moinho de água, recentemente recuperado pela Junta de Freguesia de Monchique, que, posteriormente ao ofício de pisão, muito contribuiu para a base alimentar das pessoas que ali recorriam para moer os cereais.

Parques Temáticos

Caldas de Monchique
A pouca distância do centro de Monchique, as Caldas são um dos seus maiores atractivos. Tem reputação a boa qualidade da água, considerada medicinal; as termas (hoje em dia dedicadas ao tratamento de algumas doenças), existem desde o tempo da ocupação romana. Este povo, que tanta importância deu à água, construiu neste local um importante balneário.
Uma pequena praça envolta em sombras de grandes árvores é o centro desta pequena localidade, cujo encanto principal vem do parque onde se pode disfrutar de muita sombra, água murmurante, e, sobretudo, da grande tranquilidade que caracteriza este espaço propício a passeios repousantes e a piqueniques familiares nas mesas de pedra espalhadas por toda a colina.

SPA das Caldas
Dos romanos aos nossos dias, com períodos de glória, de controvérsia, da simples observação dos "milagres" da água ao estudo das suas características e compreensão dos benefícios da sua utilização para a Saúde, uma linha de pensamento perdura.
Bicarbonatada, sódica, rica em flúor esta água é indicada principalmente no tratamento das afecções das Vias Respiratórias e Músculo – Esqueléticas.
Irrigação Nasal, Aerossol Sónico, Nebulizações, Piscina e Banheiras de Hidromassagem, Duche de Vichy, Duche de Jacto e Aplicação de Lamas são alguns exemplos de tratamentos termais possíveis de se realizar na estância.
A Água Termal das Caldas de Monchique, bicarbonatada, sódica e rica em fluor é indicada particularmente para Afecções das Vias Respiratórias, Afecções Musculo-Esqueléticas, permitindo ainda Tratamentos de Beleza.


Miradouros

Parques de Merendas


 
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Concelho de Olhão

Uma visita que vale a pena...A alvura característica das casas cubistas recortadas no azul dos céus. A alegria, o movimento dos mercados, as feiras e festas populares.
A riqueza natural do mar, as ilhas e Ria Formosa, assim como o progresso na indústria, comércio, desporto e cultura, são sinónimos de um desenvolvimento equilibrado.

Olhão
Vamos conhecer um pouco melhor este concelho do Sotavento Algarvio que conta com uma população aproximada de 40.000 habitantes numa área de 126,8 km2
Destino obrigatório de uma visita feita com vagar e cujo prazer ficará na memória.

Locais de Interesse

Caíque Bom Sucesso
Capela do Espírito Santo Moncarapacho
Chalé Dr. João Lúcio
Casa do Compromisso Marítimo
Coreto do Jardim do Pescador Olhanense
Ecoteca / Museu João Lúcio
Edifício da Alfândega
Edifício do Compromisso Marítimo - Museu da Cidade
Antigo Edifício da Alfândega
Ermida do Senhor Santo Cristo de Moncarapacho
Igreja Matriz de Moncarapacho
Igreja da Misericórdia de Moncarapacho
Igreja de Pechão
Igreja Matriz da Nª Senhora do Rosário
Igreja Matriz de Moncarapacho
Igreja Matriz de Quelfes
Igreja Nª Sra. da Soledade
Jardim Patrão Joaquim Lopes
Igreja Matriz de Olhão

 
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Concelho de Portimão

in www.portimaoonline.com


Portimão tem a Praia da Rocha, o Rio Arade, o sol e as praias de areia dourada, as águas quentes e tranquilas da costa sul, as falésias delineadas pelo mar, os desportos naúticos, terra de visitantes, e boas gentes. Os Hotéis de vistas encantadoras esperam por si.
Portimão é sinónimo de praias de areia fina e dourada, para toda a família, ou talvez para namorados.... Há as praias desertas e as muito frequentadas, mas sempre muito mar e muito bom tempo. E há golfe todo o ano, os melhores campos de golfe da Europa.
Portimão faz bem à saúde, repõe o equilíbrio natural, reconcilia-nos com a vida. Vive-se fora de casa, na esplanada, no barbecue, com refeições saudáveis de peixes grelhados e marisco.
A 5 minutos de viagem tem uma das melhores praias do Algarve em Alvor. Pode contemplar a natureza natural na Ria de Alvor

Lazer

Portimão apresenta um número admirável de atracções e eventos na região. Deixamos à sua escolha as melhores opções:

[] Zoomarine

[] Parque Aquático

[] Parque Zoológico

[] Fábrica do Inglês

[] Golf

[] SPA

[] F1 - Fórmula 1

[] P1 - Power Boat

[] Med Cup

[] Kite Masters

[] Global Ocean Race

[] Arena Portimão

[] Allgarve

[] Expo do Sexo

 

(mais informação em breve)

 
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Concelho de São Brás de Alportel
Locais de Interesse

Parque da Fonte Férrea
Parque da Serra
Parque dos Poetas
Fonte da Tareja e Bica da Sobreira
Poço das Castanhas
Moinho do Bengado
Centro Explicativo e de Acolhimento da Calçadinha

(mais informação em breve)
 
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Concelho de Silves

Localizado grosso modo no centro do distrito de Faro, o concelho de Silves tem uma área total de 679 Km2, sendo o segundo maior do Algarve. A Norte está limitado pelos concelhos de Odemira e Almodôvar, a Leste por Loulé e Albufeira e a Oeste por Lagoa, Portimão e Monchique, confrontando a Sul com o Atlântico.

O Concelho de Silves é composto por oito freguesias que atravessam o litorial e barrocal algarvio, tendo cada uma delas gostos, cheiros e tradições distintas.

Visite cada uma delas e descubra o que de mais genuíno têm para lhe oferecer.





A evolução do turismo no Concelho de Silves está intimamente ligada às obras de restauro do seu Castelo, nos anos 40 e ao crescimento de Armação de Pêra, enquanto destino turístico, a partir dos anos 60.

O castelo de Silves, principal impulsionador do Turismo Cultural na cidade, foi classificado como Monumento Nacional a 16 de Junho de 1910. Na época, o antiquíssimo recinto amuralhado apresentava-se praticamente em ruínas e era utilizado como cadeia da província.

A comemoração dos centenários da Fundação e da Restauração da Independência, em 1940, fomentaram uma intensa campanha de obras no castelo, coordenadas pelo Ministério das Obras Públicas, através da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. As obras, efectuadas durante o regime do Estado Novo, foram fundamentais para a consolidação do monumento, procedendo-se nessa ocasião à reconstrução das muralhas e torres.

Nos últimos anos, fez-se uma nova requalificação do recinto, realizada ao abrigo do Programa Polis, inaugurada pelo Presidente da República, a 3 de Julho de 2009. As obras adaptaram-se às novas exigências do monumento, que recebe atualmente mais de 200 mil visitantes por ano, sendo igualmente palco de diversas manifestações culturais.

Em Armação de Pera, o Turismo de Sol e Praia suplantou a actividade piscatória a partir dos anos 60, tendo esta vila sido considerada, nas décadas de 70 e 80, um dos maiores destinos turísticos do Algarve e da Europa. O antigo casino de Armação de Pêra está estreitamente associado à evolução da atividade turística. Foi inaugurado em 1958 e viveu o seu período áureo nos anos 60, com a atuação de grandes nomes da vida artística nacional. A construção do Hotel Garbe e do Chalet dos Caldas e Vasconcelos demonstra que Armação de Pêra era um importante local de atração turística, que acolhia veraneantes, na grande maioria provenientes da cidade de Silves e da burguesia ligada à indústria corticeira.

Recentemente, a Câmara Municipal de Silves realizou importantes trabalhos de reordenamento urbanístico, com as obras de requalificação da Frente de Mar de Armação de Pêra, contribuindo para uma melhoria do ambiente e do conforto de residentes e turistas, reforçando a atratividade desta localidade enquanto destino turístico.

 
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Concelho de Tavira
Espaços Naturais

Mata da Conceição

A Mata da Conceição, datada de 1920, tinha como função inicial a exploração da lenha para os fornos de cal e os taninos para a indústria de curtumes. Localizada na parte inferior da Serra de Tavira, mais concretamente na freguesia da Conceição, a Mata estende-se, numa área de 457ha, ao longo da vertente Sul da Ribeira da Gafa.

A cobertura florestal é, essencialmente, constituída pelo pinheiro manso e sobreiro, terminando numa floresta que, embora aparente ser virgem, possui 80 anos de existência: a pequena mata de Cedro do Buçaco.

A fauna apresenta uma oferta rica, não só em aves, como também em mamíferos, répteis e anfíbios.

As espécies observadas com maior regularidade são o pato-real, a pega azul, a poupa, a perdiz vermelha e a rola. Além destas, é, ainda, possível vislumbrar o javali, o gamo, o coelho, a lebre e a cobra rateira.

Com uma paisagem florestal que se diferencia pela multiplicidade de cores e pela fauna e flora, este espaço natural possui um vasto parque de lazer que proporciona agradáveis momentos de fruição e descanso. Constituído por percursos pedonais, parques de merendas, parque infantil e observatório de aves aquáticas, muitas são as pessoas que procuram este espaço para estar em contacto directo com a natureza e com aquilo que ela tem de melhor para oferecer.

Horário de Funcionamento:
Inverno: Fins-de-semana: das 10:00h às 17:00h
Verão (21 de Junho a 21 de Setembro): todos os dias excepto segundas-feiras das 11:00 h às 19.00h


Ilha de Tavira
A Ilha de Tavira pertence a um sistema de ilhas que denominamos ilhas-barreira. Para chegar à ilha terá de atravessar a Ria Formosa. Esta última é um sistema lagunar constituído por sapais, rasos de maré e canais que se encontram limitados a Sul por um cordão arenoso de cinco ilhas (ilhas-barreira) e duas penínsulas.

Na Ilha de Tavira podemos usufruir de um parque de merendas instalado numa pequena mata de pinheiro manso. Aqui pode observar-se a espécie Chamaeleo chamaeleon (camaleão).

Neste local podemos observar, no outro lado da Ria, o Hotel Vila Galé Albacora. Este empreendimento turístico que data de 1945 servia para albergar os pescadores da faina do atum e as respectivas famílias.

Existe uma parte da ilha que está classificada como reserva natural. Este estatuto, que implica um uso e uma acessibilidade mais restrita à área, foi atribuído por ser uma zona importante do ponto de vista florístico e para a nidificação de algumas espécies de aves.

Na zona de areias posterior às dunas podem encontrar-se diversas espécies, tais como: a couve marítima (Calystegia soldanella) e o estorno (Ammophila arenaria). Também podem ser observadas algumas espécies de avifauna, como por exemplo: a Cegonha Branca (Ciconia ciconia), a Rola (Streptopelia turtur) e a Andorinha-do-mar-anã (Sterna albifrons).

A Ilha de Tavira tem sido galardoada com a Bandeira Azul da Europa desde 1987. Esta atribuição deve-se ao facto desta praia se distinguir pela qualidade do seu ambiente limpo e saudável e pelos serviços de limpeza, segurança e informação aos utentes.

Praia do Barril
O percurso do Trilho do Barril é composto por seis estações de observação e a sua visita permite contemplar a riqueza ambiental da Ria Formosa.

A Praia do Barril pertence ao sistema de ilhas que denominamos ilha-barreira. Para chegar à Praia do Barril poderá fazê-lo utilizando o comboio ou indo a pé, optando assim, por uma deslocação mais saudável e ecológica. A segunda hipótese possibilita, também, uma melhor observação de grande variedade de espécies animais e vegetais.

Na travessia do sapal, e durante a baixa-mar, poderá observar uma espécie de caranguejo, a Boca Cava-Terra (Uca tangeri), assim como algumas aves aquáticas, tal como o Perna-longa (Himantopus himantopus).

Ao longo do sistema dunar podemos encontrar espécies de vegetação como a Aetheorhiza bulbosa, a Ammophila arenaria (estorno), a Anagallis monelli, a Armeria pungens (Armeria) e a Eryngium maritimum (cardo marítimo).

Na zona dunar, em frente aos estabelecimentos de restauração, podemos observar o Cemitério das Âncoras. O Arraial, que hoje está recuperado e a funcionar como apoio de praia, servia há algumas décadas atrás, para albergar os pescadores da faina do atum e as respectivas famílias.

A Praia do Barril tem sido, desde 1987, galardoada com Bandeira Azul e distingue-se pela qualidade do seu ambiente limpo e saudável e por possuir serviços de limpeza, segurança e informação aos utentes.

Também foi, consecutivamente premiada, no âmbito da Campanha “Praia Limpa, Praia Segura”, nos anos de 2000 e 2001, como uma das dezasseis mais limpas e seguras de Portugal.

Pego do Inferno
A aproximadamente 7km de Tavira, na freguesia de Stº Estêvão, encontramos um excelente exemplo da paisagem do barrocal algarvio.
Com o objectivo de dar a conhecer uma das zonas mais paradisíacas do concelho de Tavira, a autarquia requalificou parte da envolvente natural que enquadra a Ribeira da Asseca e respectivas quedas de água das quais se destaca o Pego do Inferno.

Durante o percurso, podemos observar a Ribeira da Asseca, que é um dos cursos de água mais importantes do concelho de Tavira, e tem vindo a ser utilizada para a rega de hortas e pomares de citrinos. Outrora, neste curso de água, existiram, também, azenhas e moinhos de trigo.

Nas margens ribeirinhas, por vezes, é possível observar algumas espécies faunísticas que dependem directamente de água, tal como o cágado (Mauremys leprosa) e o sapo-comum (Bufo bufo).

Durante o percurso, os visitantes terão de fazer a travessia por uma ponte, para poderem chegar até à outra margem da ribeira.Nas suas margens poderão ser observadas diversas espécies animais, tal como a lebre (Lepus capensis), o ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus), e a cobra-rateira (Malpolon monspessulanus).

Apesar da maravilhosa beleza de todo o percurso, o ponto alto da visita é a chegada ao miradouro do Pego, onde se pode admirar a rara beleza da queda de água. Este local utilizado muitas vezes como zona de banhos, não está, no entanto, designado como praia fluvial.

 


Enquadramento Histórico

Tavira, da Antiguidade aos nossos Dias

Cidade por grandeza dos tempos idos, Tavira está situada no lado oriental do Algarve, a pouco mais de meia distância entre o Cabo de Santa Maria e a foz do rio Guadiana. Dista dois quilómetros do mar e está implantada nas margens do estuário do rio Gilão, ao abrigo da restinga que protege a Ria Formosa, de Faro até Cacela. Tal localização foi factor do seu desenvolvimento e apogeu, e depois da sua letargia e decadência. Tavira é essencialmente uma cidade de estuário e a sua vida, como a sua história, estão naturalmente, ligadas à evolução do seu porto e actividades com ele relacionadas.
Entre igrejas, ermidas, conventos, palácios, fortificações, são vários os edifícios que se podem admirar nesta localidade e que chegaram até aos nossos dias em melhor ou pior estado de conservação. O percurso que se poderá fazer à descoberta destes edifícios, bem como da paisagem urbana adjacente, assinalada por telhados múltiplos de quatro águas, troços de antigas muralhas, torres e cúpulas de igrejas e conventos, é um convite à descoberta da história, de situações culturais específicas e de produções humanas com valor histórico e artístico.

Das origens à Balsa Romana
Tavira é de antiga fundação. Dados conhecidos permitem estabelecer a continuidade de presença humana no local hoje ocupado por Tavira a partir do domínio muçulmano. Sabe-se, porém, que no século VIII a.C., os fenícios ou populações muito influenciadas pela convivência com eles, construíram uma espessa muralha na colina hoje designada de Santa Maria, da qual é ainda observável um ângulo. Esta descoberta recente da arqueologia revela que os fenícios terão aqui estabelecido a sua colónia mais ocidental, facto que está a atrair a atenção dos meios arqueológicos internacionais.
O período de dominação romana deixou marcas indeléveis, a poucos quilómetros, a ocidente de Tavira, na antiga Balsa, cidade referenciada nas fontes antigas, cujo espólio arqueológico se encontra disperso por museus nacionais.

Tavira Islâmica
Toda a vasta zona designada pelos muçulmanos de Al Garb al Andaluz (ou seja, a ocidente de Andaluz) foi ocupada por estes a partir do ano 712. Só muito mais tarde, Tavira é mencionada nas fontes escritas. As primeiras notícias são do século XI e referem-se ao movimento do seu porto. Em meados do século XI, Tabira (Tavira) era com Santa Maria al Harum (Faro) e Silb (Silves), uma das principais povoações do Al Garb. Os muçulmanos reconstruíram as muralhas de Tavira, que estão em parte conservadas. O mais famoso vestígio islâmico de Tavira é famoso Vaso de Tavira, em cerâmica, de cariz popular, integrando figuras humanas e animais moldados, com ingénua profusão de pormenores, fazendo deste achado um dos mais eloquentes testemunhos da vida no Al Andaluz no século XI d.C.

Da conquista Cristã ao período da Expansão Portuguesa
Durante a reconquista cristã dá-se a fundação de Portugal e a dilatação do seu território. No decorrer desta, Tavira é conquistada aos mouros em 1242, por D. Paio Peres Correia, mestre da Ordem de Santiago. Dois anos depois, a vila é doada pelo Rei D. Sancho II àquela Ordem Militar.
A partir de meados do século XIII, depois da reconquista cristã do Algarve, aumenta a intensidade da vida urbana no litoral. Tavira ganha importância devido à sua posição privilegiada e ao dinamismo do seu porto. Por um lado beneficia, no período inicial da expansão Portuguesa, da sua posição fronteiriça à costa de Marrocos, desempenhando um papel fundamental para um apoio eficaz às guarnições das praças do Norte de África. Por outro lado, mantém e desenvolve um comércio marítimo enriquecedor com flamengos, ingleses, italianos, franceses, biscainhos e galegos. Tavira tem, pois, a sua época áurea nos séculos XV e XVI. A importância económica do seu porto e, consequentemente, da vila, atrai população e impulsiona a construção de novas áreas urbanas. A vila é elevada a cidade, em 1520, pelo Rei D. Manuel I, que lhe concedeu foral por ser o principal porto algarvio e principal aglomerado, contando com cerca de 6 000 habitantes. A atestar a riqueza alcançada pela cidade está o grande número de edificações militares, civis e religiosas, de grande qualidade, que surgem por esta época.
No primeiro quartel do século XVII, a cidade é designada ainda como a principal do reino do Algarve, embora se reconheçam já sintomas locais de decadência.

Do declínio ao século XX
Uma série de factores conjugam-se para que, a partir da segunda metade do século XV, a cidade assista ao declínio da sua importância económica e geográfica. Além, do abandono das posições portuguesas no Norte de África, dera-se a perda da independência do país (1580). Sevilha e outros portos do Sul de Espanha, términos das rotas das Índias Ocidentais, eram agora os principais centros económicos do Sul, atraindo mercadores e homens ricos. Mais tarde, fazem-se sentir os efeitos de uma peste devastadora (1645/46) que, associada à longa campanha da guerra da Restauração e ao assoreamento da barra, retiram à cidade de Tavira, e ao seu porto, a importância adquirida no passado. As funções de Tavira ficam então muito limitadas às salinas, à agricultura, à pesca e à cabotagem, esta, reduzida a contactos com áreas geograficamente próximas, transparecendo a dependência económica do exterior.
São, então, ensaiadas algumas tentativas para a cidade ultrapassar o seu “apagamento”. No âmbito de uma política nacional de recuperação económica, o Marquês de Pombal funda aqui, em 1776, uma fábrica de tapeçarias cuja produção foi efémera, como precária a sua existência.
Já no século passado, a actividade económica da cidade e do seu porto, ligada à faina piscatória, sofre mais um revés por se terem deixado de lançar ao mar as tradicionais armações de pesca do atum (as almadravas), em virtude do quase total desaparecimento desta espécie das áreas onde habitualmente surgia.

 

 
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Concelho de Vila do Bispo
O concelho de Vila do Bispo, devido à sua localização geográfica, é o único concelho do país que possui dois tipos de costa: a costa meridional e a costa ocidental.


A costa meridional, que se estende até ao Cabo de S. Vicente, oferece enseadas e baías com boas condições de abrigo. Fazem parte desta costa, as praias do Burgau, Cabanas Velhas, Boca do Rio, Salema, Figueira, Furnas, Zavial, Ingrina, Barranco, Martinhal, Mareta, Tonel e Beliche.

Telheiro, Ponta Ruiva, Castelejo, Cordoama, Barriga e Murração são as praias da costa ocidental, localizada a norte do Cabo de S. Vicente, sendo bastante recortada e composta por arribas.

 

Gastronomia
A gastronomia que caracteriza o concelho de Vila do Bispo, baseia-se no que o mar tem para oferecer, não fosse esta uma zona predominantemente piscatória.
A sua alimentação consiste essencialmente num leque variado de peixe fresco, confeccionado de variadíssimas formas, grelhado, assado, cozido ou frito, o marisco, que se come cozido e os bivalves que são abertos na chapa. Contudo, na época de caça que, normalmente tem início em Outubro e termina em Dezembro, é comum confeccionar-se pratos de javali, perdizes, codornizes, lebre ou coelho bravo.
Na doçaria utiliza-se o figo e a amêndoa com abundância, bem como a massa de pão com açúcar acrescido de outros ingredientes, como por exemplo os torresmos.

 

 

A Ponta e a Fortaleza de Sagres

Sagres herdou o nome do antigo Sacrum Promontorium, forma por que era conhecida a extremidade sudoeste do barlavento algarvio e em especial o Cabo de São Vicente nos tempos da Antiguidade. Houve a crença de que era aqui que os deuses se reuniam durante a noite, vindo gente de muito longe para, durante o dia, realizar vários rituais. Autores antigos referem este local como um dos ligados ao culto de Saturno e Hércules.
Tem sido difícil de determinar com precisão a data inicial da construção da fortaleza e das suas muralhas, indicando-se como data mais provável o ano de 1443, data em que D. Henrique, filho do Rei D. João I, recebeu da parte do seu sobrinho, D. Afonso V, a região de Sagres para nela edificar uma Vila, destinada a prestar apoio à navegação que cruzava estas águas.
A Fortificação, que recebeu grandes obras durante o Século XVI, foi fortemente danificada pelos ataques de Francis Drake, corsário Inglês, em 1587, bem como pelo Terramoto de 1 de Novembro de 1755.
Dispunha de 3 Baterias, onde se encontrava a sua artilharia: 1 voltada a Este, 1 voltada a Oeste e 1 na extremidade Sul, conhecida por “Bateria da Ponta”.
O seu aspecto estrutural e configuração é resultado da última campanha de obras, ocorrida em 1793, durante o reinado de D. Maria I.
Destaca-se, ainda, na parede Sul da muralha da fortaleza, foi colocada, em 1840, uma lápide em memória do Infante D. Henrique com inscrições em português e em latim.

No centro da praça foi descoberta uma figura geométrica desenhada no solo, a pedra tosca, semelhante à estrutura de uma rosa-dos-ventos, formada por 32 raios. Pelo facto de terem sido encontrados nesse local algumas moedas do reinado de D. Afonso V (sobrinho do Infante) supõe-se que este vestigio é contemporâneodo Infante D. Henrique.
Contudo, actualmente, os estudiosos inclinam-se mais para a hipótese de se tratar de um grande Relógio de Sol.

 

Igreja Matriz de Vila do Bispo

O templo actual foi, provavelmente, construído por finais do Século XVI, sendo o seu orago Nossa Senhora da Conceição.
A Igreja é de uma só nave e apresenta o interior forrado de azulejos e talha dourada, tendo ambos os elementos artísticos sido colocados em data correspondente ao 1.º Quartel do Século XVIII.
A Capela-mor é coberta por abóbada e é consagrada a Nossa Senhora da Conceição, tendo sido outrora dedicada a Santa Maria do Cabo. Possui duas tábuas dos finais do século XVI, representando os Apóstolos S. Pedro e S. Paulo.
Destacam-se, ainda, a Capela de Nossa Senhora do Carmo e o Altar que lhe é fronteiro, elementos que são compostos por talha dourada de uma qualidade soberba.
Merece, também, ser mencionado o Tecto, formado por Caixotões de Madeira, pintados com motivos espirituais e onde, ao centro, se encontrava o Brasão de Armas Nacional.
Numa Sala anexa à Igreja, está instalado um Museu, onde se encontram expostas diversas alfaias religiosas, paramentos e algumas peças arqueológicas.
Na sacristia, pode-se encontrar um Arcaz do séc. XVII.

Igreja Matriz Barão de S. Miguel

Destaca-se na povoação a sua Igreja Matriz, provavelmente edificada durante o Séc. XVI. Apresenta uma só nave e torre sineira, no entanto, o elemento mais notável é o seu Altar-Mor (Barroco), consagrado a São Miguel, Arcanjo.

Igreja Matriz de Budens

Situada no centro de Budens, a igreja, consagrada a São Sebastião, data do séc. XVI. Tem uma só nave. O interior não apresenta, actualmente, nada de notável, uma vez que todo o seu recheio de talha dourada se perdeu por acção do sismo de 1969.
Foi destruída pelo terramoto de 1755 e, por isso, reconstruída em 1762. No entanto, sofreu outras obras de restauro e remodelação em 1877 e 1926, respectivamente.
Possuí imagens antigas em madeira, de entre as quais: Nossa Senhora do Rosário, S. Pedro, Senhor Morto e S. Sebastião, padroeiro de Budens.


Igreja Matriz da Raposeira

Situado na povoação da Raposeira, este templo do séc. XVI, tem como orago Nossa Senhora da Encarnação. É composto por uma só nave, tem torre sineira terminada em pirâmide octogonal e Portal Manuelino decorado.
A Capela-mor é abobadada e o arco triunfal é tripartido em colunelos assentes em capitéis decorados de arenito vermelho. Uma porta a nascente, que dá acesso ao cemitério da povoação é, também, de estilo Manuelino.
No interior, destacam-se as duas Capelas laterais, que exibem uma boa talha dourada, do séc. XVIII.

Capela de Santo António (Budens)

A sua construção deverá remontar ao Séc. XVII.
O Altar desta Ermida é em Talha e nele se destaca a imagem do Padroeiro Santo António, em madeira, escultura do Séc. XVIII.

 

 
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Concelho de Vila Real de Santo António

Fundada em 1774, por ordem do Marquês de Pombal, a cidade foi construída em menos de dois anos sobre o areal junto à foz do Guadiana. O objectivo era o de controlar o comércio neste importante ponto de fronteira e desenvolver as pescas, que mais tarde fariam surgir a industria conserveira. Hoje é uma cidade virada para o comércio e turismo, tendo o privilégio de se encontrar na foz do Guadiana (que a limita a nascente), junto à praia (limite sul), ao pinhal (a poente) e à Reserva Natural do Sapal (a norte).

Património Arquitectónico


• Zona Histórica Pombalina – O traçado geométrico do urbanismo pombalino que fez nascer a cidade, constitui, hoje, a sua principal área comercial. As ruas confluem para a Praça Marquês de Pombal, com um obelisco central e quatro torreões pombalinos a marcar-lhe os vértices, onde se encontram os edifícios da Câmara Municipal e da Igreja Matriz. Na marginal do Guadiana, a zona histórica é delimitada por outros dois torreões, simetricamente distribuídos em relação ao edifício da Alfândega.

• Igreja Matriz de Nossa Senhora da Encarnação – Construída no séc. XVIII, sofreu incêndios que a desfiguraram. Retábulos das capelas laterais ao gosto “rocaille”. Bom conjunto de imagens do séc. XVIII, com destaque para Nossa Senhora da Encarnação, da autoria do escultor Machado de Castro. Os vitrais da capela-mor e do baptistério, instalados na década de 40, são da autoria do pintor algarvio Joaquim Rebocho.

• Praça Marquês de Pombal – É o principal largo da cidade. O seu delineamento deve-se ao arquitecto principal da corte, o capitão Reinaldo Manuel dos Santos. Os seus quatro lados, hoje ornados com árvores, sob as quais a Câmara Municipal tem colocado assentos, tornam a praça encantadora. Ao centro ergue-se o famoso Obelisco . Em sua frente, lado Norte, fica o templo paroquial. No início esta Praça tinha a designação de Praça Real, depois foi denominada Praça do Comércio, e actualmente, nos registos da Câmara Municipal, tem o nome de Praça Marquês de Pombal, em memória ao seu fundador. É um largo espaçoso, perfeitamente quadrado, tendo 330 palmos de comprimento cada face (palmo=22cm).

• Obelisco – Pelas cinco horas da tarde de 13 de Maio de 1776, as tropas vindas de Tavira, reuniram em volta da Praça Real, semeada de flores e juntaram-se nas escadas do Obelisco os clarins, trompas e mais instrumentos bélicos e músicos, que tocaram ao tempo que o general D. José Francisco da Costa e Sousa – capitão general do reino do Algarve – apareceu à janela da Câmara e descobriu a coroa imperial que encima o Obelisco e a sua execução aberta na base, lado norte. Este Obelisco foi mandado construir no centro da praça da vila pelo comércio das pescarias. É um belo monumento. Tem pois o Obelisco a data do ano de 1775, mas só foi exposto ao público a 13 de Maio de 1776.

• Centro Cultural António Aleixo – O edifício onde se alojava o quartel militar, quando da fundação da Vila, foi depois transformado em mercado da verdura. Agora é um espaço polivalente de animação cultural e tem o nome de um dos mais importantes poetas populares do país, nascido em Vila Real de Santo António. Numa das alas encontra-se a Galeria Manuel Cabanas com um conjunto de xilogravuras produzidas pelo artista cacelense.

• Casa da Alfândega – A cobrança de impostos sobre transacções com Espanha, evitando o contrabando, foi a razão primeira da edificação de Vila Real de Santo António. A Casa da Alfândega tinha eo portal encimado por um selo real (tal como o ainda existente no arco da Capela mor da Igreja Matriz), mas o símbolo foi apeado desse lugar após o 5 de Outubro de 1910. Utilizado pela Guarda Fiscal, o edifício deixou de ser utilizado na década de 90, na sequência do Mercado Único Europeu, em 1992. Recentemente, a Câmara de Vila Real de Santo António aprovou o ante-projecto de arquitectura relativo à reabilitação do edifício e sua utilização pela Assembleia Municipal.

• Largo Lutegarda de Caires – Antigo Largo da Bica, hoje dedicado à poetisa e socióloga natural desta cidade.

• Largo António Aleixo – Primitivo Largo da Forca, “género” urbanístico como o de Lutergarda de Caires, leva hoje o nome do poeta que, segundo “vox populi” nele nasceu.

• Zona Ribeirinha (Av. da República) – Edificada toda ela por casas nobres de dois pisos, está virada a Espanha, como se de um “desafio” se tratasse. Construída entre os dois torreões (Norte e Sul), nela se fixaram as Companhias e alguns particulares que vieram povoar a Vila Pombalina.

• Hotel Guadiana – Embora com a sua construção se visse desvirtuada a traça pombalina, a obra do arquitecto Ernesto Korrodi, em estilo “arte nova”, inaugurada oficialmente em 1926, deu à Av. da República mais um atractivo de beleza arquitectónica.

• Capitania – Construída no local onde antes existira a Fábrica de conservas Victória. Está ricamente decorada com painéis de azulejos historiados.

Farol – Levantado em 1923, veio substituir o antigo “Farolinho de ferro” que se situava em plena mata, a sueste daquele.

• Casa Parodi (Actual Conservatório Regional de Vila Real de Santo António) – Casa de residência da família Parodi, que aqui edificou a primeira fábrica de conservas em 1879.

• Arquivo Histórico Municipal – Torreão Sul – O Torreão Sul, edifício que alberga o Arquivo Municipal, constituía o limite sul da fachada da Vila, no seu traçado inicial. Este imóvel é um dos mais importantes elementos arquitectónicos da zona histórica. A sua recuperação e restauração, de acordo com a traça original, tornam-no um precioso e belo documento histórico.

• Casa dos Folques – Antigo edifício Ramirez, mais tarde adquirido pela família Folques, foi projectado pelo arquitecto Raúl .... em 1926.

• Esquadra da PSP – Edifício particular mandado edificar por Rodrigo Aboim no início dos anos vinte do século passado. Foi mais tarde sede da delegação do Banco de Portugal em Vila Real de Santo António.

• Consulado de Espanha – Foi residência mandada construir por uma família grega ligada à industria conserveira.

• Escola Primária – Antiga Escola Sousa Coutinho, foi uma criação da 1ª República, mais tarde remodelada pelo Estado Novo.

Património Natural

• Reserva Natural do Sapal de Vila Real de Santo António – Os apreciadores de aves e plantas têm nesta Reserva locais privilegiados para a sua observação. Dispõem ainda de um Centro de Acolhimento para orientação de visitas.

• Reserva Natural da Mata de Vila Real de Santo António – A sombra fresca dos pinheiros da Mata Nacional, que liga Vila Real de Santo António a Monte Gordo, é um convite a revigorantes passeios, ao conhecimento da sua flora e fauna.

• Ponta de Santo António – Assim chamada por nas imediações ter existido a Vila de Santo António de Arenilha, aí foi erguida, no século XVI, uma ermida dedicada a Santo António.

Outros Locais de Interesse

• Doca de Recreio – A recente Doca de recreio de Vila Real de Santo António situada na foz do rio Guadiana representa uma forte aposta no sector turístico. Além dos "marinheiros" nacionais, esta Doca acolhe embarcações provenientes de alguns dos países cujos turistas mais nos procuram, tais como Espanha, França, Inglaterra e Holanda, devido à sua situação privilegiada, na foz do rio Guadiana. A partir daí, é possível subir o rio e conhecer localidades típicas algarvias com postos de amarração. É ainda possível "ganhar" o Oceano Atlântico e partir para a aventura, ficando a conhecer melhor a nossa costa.

• Complexo Desportivo – Integrado na zona do pinhal encontra-se o Estádio com pista de atletismo em piso sintético, dois campos relvados de apoio, pavilhão gimnodesportivo, pista de cross, ginásios, pista para treinos de velocidade, courts de ténis e recintos polidesportivos ao ar livre. Esta área tem óptimas zonas de passeio e equipamentos lúdicos para crianças.

- Monte Gordo:
Apenas a 3 Km de Vila Real de Santo António, esta antiga vila de pescadores, situada entre um vasto pinhal e o mar foi pioneira na exploração turística no Algarve, com a construção de um dos primeiros hotéis da região nos anos 60. Com uma extensa e bela praia, um clima ameno e várias zonas pedonais, em calçada portuguesa, Monte Gordo é um dos principais destinos turísticos do Algarve.
Monte Gordo oferece também para além da praia outras actividades de lazer, como o Casino, e um grande número de bares e de restaurantes onde poderá apreciar a gastronomia algarvia, rica em peixe e mariscos.
De destacar a procissão da Nossa Senhora das Dores no 2º Domingo do mês de Setembro, acompanhada por barcos de pescadores, meticulosamente adornados, ao longo de toda a baía.


Património Arquitectónico

• Igreja de Nossa Senhora das Dores – Templo antiquíssimo, possivelmente tão antigo quanto a povoação de Monte Gordo. Tem, sob si, vestígios de outra igreja que as areias soterraram.

Património Natural

• Praia de Monte Gordo – A beleza da sua praia, as águas seguras e cálidas atraíram os primeiros turistas estrangeiros na década de 60, dando-lhe um lugar pioneiro no desenvolvimento do turismo algarvio. Hoje, Monte Gordo é um centro turístico internacional, com um casino entre os seus múltiplos equipamentos.

• Viveiro Florestal

Outros Locais de Interesse

• Casino de Monte Gordo – Veio substituir, em 1934, o primitivo (Casino Peninsular) que lhe ficava a curta distância. Foi posteriormente remodelado por diversas vezes.

• Avenida Infante D. Henrique (Passeio Pedonal) – Uma ampla avenida marginal vedada ao trânsito automóvel permite tranquilos passeios em frente ao mar.

- Manta Rota:
Localizada entre o estuário do Guadiana e o início da Ria Formosa, Manta Rota engloba uma praia de 12 Km, uma das mais extensas da Europa. O seu enquadramento permite desfrutar de águas quentes e de um microclima singular.
Vastas dunas e frondosos pinheiros quase a beijarem o mar fazem da Manta Rota uma das praias mais procuradas do oriente algarvio, mesmo antes de se iniciar o cordão dunar e de ilhas – barreira que delimita a Ria Formosa.

Património Arquitectónico

• Centro de Artes e Ofícios da Manta Rota (Antigo edifício do Casino da Manta Rota) – O edifício do antigo Casino da Manta Rota, agora recuperado, é lugar de aprendizagem de artes e saberes tradicionais e realização de eventos culturais.

Património Natural

• Praia da Manta Rota – Centro turístico que ainda mantém algum do seu carácter de aldeia de pescadores. Longo areal.

• Ria Formosa – Um cordão de dunas e ilhas onde é possível observar um conjunto significativo de pequenas aves e únicas plantas, constitui um local de rara beleza onde a natureza foi mantida intacta.

- Vila Nova de Cacela:

A freguesia de Vila Nova de Cacela ocupa uma área de cerca de 50 Km2, situada no litoral sotavento algarvio, a pouco mais de uma dezena de quilómetros do rio Guadiana e da fronteira com Espanha. Vila Nova de Cacela está integrada no concelho de Vila Real de Santo António, embora não haja continuidade territorial com as restantes freguesias (Monte Gordo e Vila Real de Santo António). Vila Nova de Cacela desenvolveu-se ao longo da (antiga) Estrada Nacional 125, numa zona de antigas quintas, algumas das quais ainda hoje podem ser identificadas. O desenvolvimento do aglomerado ter-se-á acentuado com a chegada do caminho-de-ferro a Vila Real de Santo António, na primeira década do século XX (1906).

Património Arquitectónico

• Cacela Velha (zona mais antiga do Concelho) – Primitiva sede do actual concelho de Vila Real de Santo António, a sua existência como centro urbano remonta, pelo menos em termos de vestígios arqueológicos, ao tempo de Romanos e Árabes, embora se lhe atribua origem fenícia.
Habitada pelos romanos, foi “villa” importante ligada à pesca e à salga de peixe, de que foram encontrados vários tanques. No período de ocupação muçulmana tinha muralhas de defesa e, após a reconquista cristã, foi vila com foral outorgado pelo rei D. Dinis, em 1283. Hoje Cacela Velha é uma pequena povoação de agricultores e pescadores, de brancas casas térreas, um magnífico miradouro sobre o mar e os vastos areais da Ria Formosa.
Detêm a credencial de Imóvel de Interesse Público desde 23 de Setembro de 1983.

• Núcleo Museológico – Cacela Velha – Estende-se ao longo da Costa, entre a Manta Rota e Cacela Velha, e é sitio de cruzamento das rotas da História, já que esconde elementos oriundos de diferentes épocas e das várias civilizações que viveram nesta pequena povoação. Alguns exemplos são os fornos ou ânforas romanas, um bairro residencial almoade dos séculos XII e XIII, ou uma necrópole cristã dos séculos XIV a XVI. Esta área está na freguesia de Vila Nova de Cacela, habitada desde o período neolítico.

• Fortaleza de Cacela Velha – É lugar que viu passar quase todas as grandes civilizações mediterrânicas, provavelmente encantadas pela beleza do lugar.

• Igreja de Nossa Senhora da Assunção – Cacela Velha - Origem em edifício do século XIII de que conserva um pequeno portal lateral gótico. A igreja actual data do século XVI tendo sofrido reconstrução no século XVIII. Pórtico de estilo renascença, com os bustos dos apóstolos São Pedro e São Paulo e pilastras decoradas. Interior de três naves, com arcos ogivais suportados por colunas com bases e capiteis ornamentados com hemisférios e cordas. Capela de Nossa Senhora dos Mártires com abóboda artesoada e arco de estilo renascença. Imagem de Nossa Senhora da Assunção (séc. XVIII) e dois Cristos (séc. XVI). O tesouro sacro inclui uma cruz processional em ferro, decorada com figuras.

- Santa Rita:

Enquadrada na bela Mata de Santa Rita, esta aldeia caracterizada pelas suas casa de um só piso e com platibandas tão características da zona, oferece uma bela vista sobre todo o concelho. Neste local foram encontrados restos de uma represa romana, constituída por um duplo muro dotado de contrafortes, parcialmente destruída. Esta represa atravessou todo o vale de lado a lado permitindo que as águas do ribeiro fossem aproveitadas para irrigações dos terrenos circunvizinhos.
A destacar a Igreja Matriz de Santa Rita, o Santuário e o Parque de Lazer inserido na Mata Nacional de Santa Rita. Ermida de Nossa Senhora de Santa Rita – Santa Rita – Ignora-se a data da sua fundação, sabendo-se no entanto que é bastante antiga pela documentação que a ela se refere. Tem um só altar onde está colocada a imagem da Santa.

 
 
 
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