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Concelho
de Amarante
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Um destino óbvio
Quem viaja em busca de valores culturais ou de actividades de
ar livre e de comunhão com a natureza, como o golfe, a caça,
a pesca, ou desportos-aventura como a escalada ou o raft, mais
tarde ou mais cedo acaba por fazer de Amarante um destino óbvio.
E por construir a sua leitura pessoal da cidade: o religioso, o
aristocrático, o peso da serra e do rio...
Lida de uma maneira ou outra, Amarante é uma verdadeira
encruzilhada: a sua história, os seus monumentos, as suas
tradições. E também uma placa giratória
a proporcionar a descoberta das Terras de Basto, de Trás-os-Montes,
do Douro, e, um pouco mais ao longe, mas facilitada pelas novas
estradas, da própria cidade do Porto.
Descobrir Amarante, a cidade e o concelho, é uma aventura
que apetece viver. Se é a natureza que chama, o destino é o
rio Tâmega ou são as serras da Abobobeira e do Marão,
oferecendo ambas paisagens de sonho e aldeias de gente afável,
acolhedora, ricas de tradições e com uma arquitectura
marcada de granito e xisto. Travanca do Monte ou Carvalho de Rei,
na Aboboreira; Murgido ou Covelo do Monte, no Marão. Mesmo
ao lado, é o Parque Natural do Alvão que convida.
Património
Se o apelo é do espírito, então o percurso é feito
na cidade, rica de património histórico e cultural.
Obrigatórias são as visitas ao mosteiro e igrejas
de S. Gonçalo, S. Pedro e S. Domingos, aos museus Amadeo
de Souza-Cardoso e de Arte Sacra. E a descoberta dos nomes grandes
do concelho, como Amadeo de Souza-Cardoso, um dos maiores expoentes
da pintura moderna, ou Teixeira de Pascoaes, que emprestou o seu
génio à literatura. Depois, é também
imperativo ver o Românico espalhado pelo município
e admirar pórticos, arcos, tímpanos e capitéis
com toda a sua ornamentação. Podem distinguir-se,
em Amarante, dois núcleos de Românico bem diferenciados,
um em cada margem do rio. Na margem direita, existem construções
mais exuberantes, de que são bons exemplos os mosteiros
de Travanca e Freixo de Baixo, as igrejas de Mancelos, Real, Telões
e Gatão. Na margem esquerda, com menores recursos económicos
e de matéria-prima, os monumentos são mais modestos,
merecendo, ainda assim, visita as igrejas de Jazente e Lufrei e
o mosteiro de Gondar.
Festas e Romarias
As festas e as romarias mantêm, em Amarante, o melhor da
tradição popular e encerram muitas das referências
identitárias das gentes do concelho. A título de
exemplo, referem-se as que se realizam em honra de S. Gonçalo,
no primeiro fim de semana de Junho; da Senhora de Moreira, em Ansiães,
a 1000 metros de altitude, na primeira quinzena de Agosto; da Senhora
do Vau, em Gatão, a 15 do mesmo mês; da Senhora do
Leite, em S. Gens, Freixo de Cima, no primeiro fim-de-semana de
Setembro.
Em matéria de gastronomia, em Amarante há que estar
atento às carnes, sobretudo à vitela e ao cabrito,
mas também ao bacalhau que aqui ganhou nome feito à Zé da
Calçada ou à Custódia. E ao vinho verde, que,
no concelho, encontra condições únicas de
maturação.
A doçaria, sobretudo a conventual, com origem no Convento
de Santa Clara, é também uma das referências
de Amarante. A oferta é variada: papos d'anjo, foguetes,
brisas do Tâmega, lérias...
Por tudo isto, Amarante é, cada vez mais, um destino óbvio.
São inúmeros, em Amarante, os motivos que podem
despertar o seu interesse e merecer uma visita: do património
ambiental ao construído, de sítios associados à identidade
e cultura locais.
in:
http://www.amarante.pt/
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Concelho
de Arouca
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Locais
a Visitar
Serra da Freita
Faz parte do Maciço de Gralheira, juntamente com a Serra
da Arada (1057 m.) e do Arestal (830 m.), ultrapassando alguns
dos seus cumes os 1000 m. de altitude. Ao longo da sua vasta
extensão, para além de muitos outros atractivos,
pode deparar-se com a Fecha da Mizarela, a secular capela da
Sra. da Lage, o fenómeno único das Pedras Parideiras,
a Portela da Anta e algumas das aldeias mais características
da região, como a Castanheira, Cabreiros e Cando.(...)
Frecha da Mizarela
Queda de água no Rio Caima, com mais de 60 m. de altura. Pode ser observada
de um miradouro junto ao lugar da Castanheira, no lado oposto da encosta.
Pedras Parideiras
Fenómeno de granitização único no país e
raríssimo no mundo inteiro. Trata-se de um afloramento granítico
que tem incrustados nódulos envolvidos por uma capa de biotite em forma
de disco biconvexo os quais, por efeito da erosão, se soltam da pedra-mãe
- daí a denominação de "parideiras" - Situa-se
em plena Serra da Freita, nas imediações do lugar da Castanheira.
Aldeias Tradicionais
Aldeias plenas de rusticidade, carregadas de tradição
e de história, perdem-se, aqui e além, no meio
das paisagens deslumbrantes das serras de Arouca, constituindo
um encanto para a vista e um bálsamo para o espírito.
Mosteiro de Arouca
Segundo a documentação existente, o antigo mosteiro
de S. Pedro data do séc. X. No ano de 1210 o Mosteiro
de Arouca é legado a D. Mafalda, por seu pai, D. Sancho
I, Rei de Portugal. No entanto, o início do seu padroado
ocorre apenas em 1217 ou mesmo 1220. Embora nos seus primórdios
a regra adoptada no Mosteiro tenha sido a da Ordem de S. Bento,
no início do séc. XII viria a ser adoptada a da
Ordem de Cister, que se manteria até aos finais do séc.
XIX.
Nos sécs. XV e XVI foram realizadas diversas obras de
reconstrução e ampliação do Mosteiro,
datando o imponente edifício, tal como vemos hoje, dos
sécs. XVII e XVIII.
Os espaços mais notáveis de todo o conjunto são
a Igreja, o Coro das Freiras, os Claustros, o Refeitório
e a Cozinha. Merece referência especial o magnífico
Museu de Arte Sacra que nele se alberga - um dos melhores, no
seu género, em toda a Península Ibérica
-, no qual, para além de múltiplos objectos de
culto, paramentos, peças de mobiliário, manuscritos
litúrgicos, se podem encontrar peças raríssimas
nas artes da escultura, pintura, tapeçaria, ourivesaria,
etc.
O Mosteiro de Arouca foi classificado como Monumento Nacional
pelo decreto de 16-06-1910. Z.E.P., D.G. 2.ª Série,
n.º 164 de 15-07-1960. Está sob a responsabilidade
do Instituto Português do Património Arquitectónico
e Arqueológico. Monte da Senhora da Mó
Segundo a documentação existente, o antigo mosteiro
de S. Pedro data do séc. X. No ano de 1210 o Mosteiro
de Arouca é legado a D. Mafalda, por seu pai, D. Sancho
I, Rei de Portugal. No entanto, o início do seu padroado
ocorre apenas em 1217 ou mesmo 1220. Embora nos seus primórdios
a regra adoptada no Mosteiro tenha sido a da Ordem de S. Bento,
no início do séc. XII viria a ser adoptada a
da Ordem de Cister, que se manteria até aos finais do
séc. XIX.
Nos sécs. XV e XVI foram realizadas diversas obras
de reconstrução e ampliação do
Mosteiro, datando o imponente edifício, tal como vemos
hoje, dos sécs. XVII e XVIII.
Os espaços mais notáveis de todo o conjunto
são a Igreja, o Coro das Freiras, os Claustros, o Refeitório
e a Cozinha. Merece referência especial o magnífico
Museu de Arte Sacra que nele se alberga - um dos melhores,
no seu género, em toda a Península Ibérica
-, no qual, para além de múltiplos objectos de
culto, paramentos, peças de mobiliário, manuscritos
litúrgicos, se podem encontrar peças raríssimas
nas artes da escultura, pintura, tapeçaria, ourivesaria,
etc.
O Mosteiro de Arouca foi classificado como Monumento Nacional
pelo decreto de 16-06-1910. Z.E.P., D.G. 2.ª Série,
n.º 164 de 15-07-1960. Está sob a responsabilidade
do Instituto Português do Património Arquitectónico
e Arqueológico.
Igreja de Urrô
(...)
Carreira dos Moinhos
(...) Ponte do Rio Paiva
A conhecida ponte de Alvarenga terá começado
a ser construída por volta do ano de 1770, ficando concluída
em 1791. É composta por 3 arcos: o arco principal com
7 m. de vão, e dois arcos pequenos, ambos do lado direito
(do lado de Alvarenga). Tem a altura de 22 m. Até à superfície
da água e 4.8 m. de largura. Dista do lugar de Trancoso,
em Alvarenga, 4 km.
Memorial de Santo António
(...)
Capela da Misericórdia
(...)
Pelourinho de Cabeçais
(...)
Torre dos Mouros
(...)
Trilobites
(...)
Pelourinho de Alvarenga
(...)
Calvário
(...)
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Concelho
de Baião
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Monumentos
1. Dólmen de Chã de Parada (Outras designações: Anta de Chã de Parada;
Dólmen da Fonte do Mel; Casa da Moura de S. João
de Ovil; Casa dos Mouros) Classificação: Monumento Nacional Localização: Serra da Aboboreira, Freguesia de S.
João de Ovil Nota descritiva histórico – artística: Construído durante a primeira metade do III milénio
a. C., este monumento funerário pré-histórico
faz parte de um conjunto de quatro outros exemplares pertencentes à denominada
Necrópole megalítica da Serra da Aboboreira. A mamoa
encontra-se inserta num tumuli de terra, com cerca de 25 m de diâmetro,
e apresenta-se revestida por material pétreo. A câmara,
de planta poligonal, é constituída por oito esteios
laterais e um de cobertura, este último de consideráveis
dimensões. De planta sub-rectangular, o corredor é relativamente
curto, com cerca de 3,70 m de comprimento. Uma das particularidades
desta mamoa reside na presença de um conjunto de pinturas
nos seus esteios, todas elas executadas a vermelho, compreendendo
motivos esteliformes e circulares, além de um sub-rectangular
de base trapezoidal e apêndice lateral encurvado. [ Fonte: Ministério da Cultura IPPAR, A Martins] 2. Pelourinho da Teixeira (Outras designações: Pelourinho da Rua )
Classificação: Imóvel de Interesse Público Localização: Freguesia da Teixeira Este monumento assinala o antigo concelho da Teixeira ( com foral
de D. Manuel de 1514), integrado no concelho de Baião, por
ocasião da reforma liberal das administrações
municipais.. 3. Igreja de Ermelo
Classificação: Imóvel de Interesse Público Localização: Freguesia de Ancede, Lugar de Ermelo. Nota descritiva histórico - artística: A Igreja Românica, de três naves, com uma belíssima
janela gótica, integrava o antigo Mosteiro de Santa Maria
de Ermelo, anterior à nacionalidade, do qual se destaca
a Igreja Românica, de três naves, (Alguns historiadores
defendem que a primeira construção seria anterior à invasão
mourisca, ou seja, ainda dos tempos da dominação
visigótica). 4. Casa de Penalva (Outras designações: Solar dos Azeredos Pinto ) Classificação: Imóvel de Interesse Público Localização: Freguesia de Ancede, Lugar de Penalva Nota descritiva histórico – artística: A documentação existente, estudada e divulgada
pelo proprietário (AZEREDO, 1938), permite acompanhar a
evolução da casa de Penalva, que constitui um bom
exemplo das sucessivas campanhas arquitectónicas de que
muitos edifícios foram objecto, ao longo dos séculos,
conservando, no entanto, o equilíbrio e as linhas de força
que mais caracterizam o imóvel (AZEVEDO, 1969, pp. 15-17). Foi primeiro senhor de Penalva, António de Azeredo Pinto,
que veio de Mesão Frio para se instalar em Baião,
no primeiro quartel do século XVII, remontando a esta época
as zonas mais antigas da casa (AZEREDO, 1938, p. 71; IDEM, 1914). Assim, e partindo de um primeiro núcleo seiscentista,
que corresponde às actuais zonas de serviços, a Casa
de Penalva foi ampliada em 1738, construindo-se, nessa época,
parte da actual fachada. As obras deste período ficaram
a dever-se à iniciativa de Francisco José de Azeredo
e Melo, prolongando-se, muito possivelmente até á segunda
metade do século. Foi, no entanto, entre 1870 e 1871 que
a planta do imóvel passou a desenhar um L, com alçado
principal longo e oratório numa das extremidades. Na verdade,
a capela primitiva, dedicada a Santa Bárbara e edificada
em 1640, encontrava-se afastada da casa, tendo sido demolida em
1900 por ameaçar ruína. Sobreveio-lhe, apenas, o
lintel da porta com uma inscrição referente à sua
fundação, que passou integrar a capela edificada
em 1870, no interior da casa, e que viria a ser reconstruída
em 1933 (IDEM, p. 72), ganhando, então, um maior destaque
no prolongamento da fachada. Esta, voltada para o jardim, desenvolve-se
em dois registos, com vãos rectangulares no primeiro e janelas
de guilhotina, com molduras recortadas no segundo. Destacam-se
as centrais pelo lintel coroado por volutas e medalhão central.
O ritmo destes vãos converge para a porta, de moldura recortada
e encimada pela pedra de armas dos Azeredo e Pinto, implantado
já ao nível do frontão triangular que a empena
desenha. A capela, com portal e óculo quadrilobado profusamente
decorados e recortados, termina num frontão triangular de
lanços contracurvados, com fogaréus no prolongamento
dos cunhais. ( Fonte: IPPAR, Rosário Carvalho) 5. Casa do Arcouce Classificação: Imóvel de Interesse Público Localização: Freguesia de Loivos do Monte, com acesso
pela E.N. n.º 321 Nota descritiva histórico – artística: Composta por volumes diferenciados que desenham um L aberto para
um vasto terreiro antecedido por portal ameado, a Casa de Arcouce é bem
um exemplo das diversas intervenções que os edifícios
habitacionais são objecto ao longo dos séculos, e
que transformam a sua arquitectura, adaptando os imóveis às
necessidades dos sucessivos proprietários. A mais antiga referência sobre a Casa remonta a 1612, sabendo-se
que aqui faleceu, em 1659, António Jorge Gomes, o primeiro
senhor de Arcouce de que há notícia (SILVA, 1958,p.285). O imóvel que hoje conhecemos é, muito possivelmente,
uma construção mais tardia, já do final do
século XVIII ou inícios do XIX, integrando e recuperando
a casa anterior. Na verdade, só a partir do nascimento de
Francisco Carlos de Azeredo Pinto e Melo, em 1790, é que
encontramos as famílias presentes da pedra de armas da fachada,
facto que deverá indiciar uma campanha de obras de maior
vulto. Em todo o caso, é difícil determinar com exactidão
os trabalhos e respectiva cronologia, uma vez que a documentação
apenas refere as campanhas arquitectónicas mais próximas. É o
caso da capela, dedicada a Santo António e mandada erguer,
em 1814, por D. Rosa Joaquina de Freitas, herdeira da propriedade,
e viúva de António de Azeredo de Araújo e
Melo, falecido em 1800 (IDEM, p. 286). Mais recentemente, já no
século XX, Francisco Carlos de Azeredo Pinto e Melo e Leme,
nascido nesta Casa a 6 de Outubro de 1900, introduziu novas alterações,
recuando a capela. A entrada principal efectua-se através da fachada que
faz ângulo com o frontispício do templo, e ao qual
se acede através das escadas de lanço único,
com guarda de volutas. A porta é de verga recta, e ao lado
abre-se uma janela de avental trabalhado. Entre ambas, o brasão
da família ocupa um lugar de destaque: trata-se de um escudo
esquartelado, no 1º quartel, Azeredos; no 2º, Pintos;
no 3º, Araújos; e no 4º, Melos. A capela, tal
como a casa, apresenta pilastras nos cunhais, encimadas por pináculos.
O portal é abatido, abrindo-se na zona superior do alçado,
que termina em empena, um óculo quadrilobado. Nas restantes
fachadas, com vãos simétricos e de linhas rectas
com aventais trabalhados ao nível do andar nobre, merece
especial referência o corpo ameado, e o alçado que
se abre a Norte, com varanda alpendrada sustentada por colunas
torsas. ( Fonte: IPPAR, Rosário Carvalho) 6. Convento de Ancede (Outras designações: Mosteiro de Santo André de
Ancede) Classificação: Em vias de Classificação
(com Despacho de Abertura), considerado todo o conjunto que inclui
a Igreja Matriz, Capela do Bom Despacho e Quinta. Localização: Freguesia de Ancede Nota descritiva histórico – cultural: O Convento de Santo André de Ancede, foi primeiro da Ordem
de Santo Agostinho e, mais tarde, da dos Dominicanos, igualmente
anterior à invasão mourisca, ou pelo menos coevo
da fundação da nacionalidade - pois veio a obter
Carta de Couto de D. Afonso Henriques, em 1141. A ele encontra-se
anexa a actual Igreja Matriz, de três naves ( 1689), que,
além do seu indiscutível valor arquitectónico,
contém um precioso núcleo museológico de arte
sacra, onde se incluem, para além de valiosas peças
de paramentaria, uma Custódia (semelhante à que se
diz ter saído das mãos de Gil Vicente), várias
Cruzes Processionais e um Cofre com a cabeça do «frade
santo», tudo em prata, e, ainda, pinturas inspiradas na Escola
de Grão-Vasco, com relevo para o tríptico, e notáveis
exemplares de estatuária religiosa. De notar que as construções actualmente existentes
correspondem ao período dominicano, depois de o mosteiro
ter sido anexado, em 1560, ao Convento de S. Domingos de Lisboa
e reflectem, pela sua riqueza, para além da importância
cultural e religiosa o seu poder económico, derivado do
extenso número de propriedades que possuíam em várias
regiões do Norte do país e, sobretudo, dos lucros
da venda do vinho ( O início da construção
da actual Adega e dos Celeiros data de 1753). Acrescem a este acervo patrimonial os inconfundíveis conjuntos
escultóricos com verdadeiras representações
cénicas da vida de Cristo, ao jeito do estilo barroco, segundo
a devoção do Rosário divulgada pelos Dominicanos,
na Capela do Bom Despacho (1731), erigida no Adro da mesma Igreja. 7. Igreja Paroquial de Valadares Classificação: Em vias de classificação
(com Despacho de Abertura) Localização: Freguesia de Valadares Nota descritiva histórico – artística: A Igreja Românica de Valadares, antigo local de passagem
dos peregrinos de Santiago integra algumas características
arquitectónicas interessantes, desde o seu pórtico
principal até à cachorrada de tipo românico
que circunda a capela – mor, mas o que lhe confere especial
motivo de interesse, são as pinturas a fresco, do séc.
XV, caracterizadas pela sua raridade. 8. Casa da Cocheca Classificação: Em Vias de Classificação
(Homologado -Imóvel de Interesse Público) Localização: Freguesia de Mesquinhata Nota descritiva histórico – artística: Embora o edifício actual, com um bonito alçado
principal e uma imponente pedra de armas, seja uma reconstrução
dos princípios do século XVIII, quando a capela (datada
do Séc. XVII) foi anexada ao solar, há notícias
de que a primitiva casa, com a sua quinta, esteve aforada ao Convento
de Salzedas, no século XVI. Para além da magnífica paisagem envolvente, nas
proximidades do rio Douro, o belo conjunto de edifícios
convida também a uma visita pela mostra permanente de artesanato,
vinhos e outros produtos regionais, num agradável espaço
da antiga adega. 9. Casa de Agrelos Classificação: Em Vias de Classificação
(Homologado - Imóvel de Interesse Público, incluindo
Capela, terraço com balaustrada e jardim de buxo Localização: Freguesia de Santa Cruz do Douro Nota descritiva histórico – artística: Implantada numa plataforma elevada em relação ao
resto da propriedade, e parcialmente delimitada por uma balaustrada
de granito, aberta por escadarias de acesso às cotas inferiores,
a Casa de Agrelos destaca-se pela torre neoclássica que
se ergue a meio de um corpo residencial setecentista. Parece certo que existia um edifício no século
XVII, ideia que se confirma pela data de 1612, inscrita no interior
do imóvel, e que este foi objecto de uma remodelação
e ampliação na centúria seguinte, muito possivelmente,
já na segunda metade (AZEREDO, 1938, p. 117). Na verdade,
os elementos decorativos que encontramos nas molduras dos vãos
da fachada principal são já rocaille, e a capela
exibe uma inscrição que faz remontar a sua edificação
a 1764, o que ajuda a balizar a cronologia desta campanha de obras. O corpo setecentista, baixo e de dois pisos, apresenta fachadas
depuradas e pouco simétricas, à excepção
da principal, com duas janelas de guilhotina de cada lado da torre.
Esta, é uma edificação mais recente, datada
de 1855 (segundo inscrição), e que se integra numa
nova campanha, também responsável pela remodelação
da capela, alguns anos mais tarde, em 1867 (de acordo com a inscrição
já referida). A torre, que se ergue muito acima dos restantes
volumes da casa, é o elemento de maior erudição
do conjunto, denotando, no seu desenho neoclássico, a influência
da arquitectura inglesa portuense. No alçado correspondente à fachada
principal do imóvel, apresenta cantaria aparente, e é aberta
por uma porta em arco de volta perfeita, a que se segue uma janela
de guilhotina e uma outra de sacada, sendo rematada um frontão
triangular em cujo tímpano se inscrevem as armas do "fidalgo
cavaleiro da casa real e morgado de campello" que mandou construir
a torre, ou seja, António Ferreira Cabral Paes do Amaral
(AZEVEDO, 1969, p. 106). Originalmente, a propriedade pertencia à família
Peixoto, tendo passado, por doação, para a posse
dos Ferreira Cabrais, oriundos de Penaventosa, que aqui se instalaram
no final de Setecentos (AZEREDO, 1938, p. 117). Apesar da construção tardia, a torre da Casa de
Agrelos é um exemplo da manutenção e aceitação,
na arquitectura civil, de um elemento que remonta ao período
medieval, mas que soube adaptar-se e integrar-se nas diferentes épocas
e linguagens arquitectónicas, sendo recuperado quando existia
ou sendo introduzido quando não havia vestígios conhecidos,
como era o caso de Agrelos ((AZEVEDO, 1969, p. 60). ( Fonte: IPPAR, Rosário Carvalho)
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Concelho
de Castelo de Paiva
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Turismo
Visite-nos, e apaixone-se!!!
Numa visita ao longo do território paivense não faltam
motivos de interesse e o sector do turismo é uma aposta a
ter em conta na governação municipal. Deste concelho se diz que é um oásis de ternura.
De panorâmicas deslumbrantes, desde o Monte de S. Gens, em
Sardoura, ao Monte de S. Domingos, às águas cantantes
e puras do Rio Paiva, das praias fluviais, aos vinhedos das quintas,
das margens do Douro, aos lugarejos típicos e preservados
do nosso interior, são itinerários que dão
ao visitante ar puro, descanso ao corpo e paz de espírito. A Igreja de Real, com os seus magníficos tectos pintados
e as esculturas existentes no seu adro, bem como a Capela no Monte
de Stº Adrião ou o Monte de S. Domingos, com a sua
capela e monumental carrilhão, onde a vista sobre o Douro é deslumbrante,
merecendo obrigatória visita, são referências
que marcam as potencialidades turísticas do concelho. O território de Castelo de Paiva é recortado por
abundantes rios e riachos que jorram dos alcantilados montes, fecundando
o solo dos extensos vales, sendo pois, esta uma das razões
que fez fixar nesta região antigas civilizações.
Destacam-se, por ordem de grandiosidade, os rios Douro, Paiva,
Arda e o Sardoura.
O Rio Douro, que banha cinco das nove freguesias do concelho,
corre por entre ravinas alcantiladas, em paisagens de sonho e,
por vezes, entre batelões e frágeis embarcações
de pescadores locais, um barco rabelo surge, como que perdido
nas brumas do tempo, recordando os tempos difíceis do
transporte do " vinho fino " desde a Régua até aos
cais de Vila Nova de Gaia. Por iniciativa municipal e do IDTM foram construídos Cais
de Acostagem nas zonas ribeirinhas do Douro, nos lugares do Castelo
(Fornos), Midões (Raiva) e Concas (Pedorido), locais servidos
por concorridas praias fluviais, que também existem no Paiva,
em Várzea (Bairros) e Ratão (Fornos), sítios
onde a tranquilidade apetece a usufruir para sempre. Quintas senhoriais, onde se produz o melhor verde tinto do mundo,
salpicam a paisagem, muitas delas contemplando o rio, agora transformado
em roteiro turístico de excelência, tal o número
de barcos de cruzeiro, com serviços de grande qualidade,
que sulcam as suas águas. Rio de Montanha, o Paiva, de águas puras e cristalinas, é o
paraíso para pescadores e para os entusiastas da canoagem
(águas bravas), é ainda possível retemperar
forças, apreciar a quietude e a natureza, bem como observar
lontras a nadar despreocupadamente.
Em pequenas praias fluviais, beneficiadas pela intervenção
camarária e dotadas de cais de acostagem para barcos de
recreio, o rio convida a um refrescante mergulho e na zona do Castelo,
na confluência do Paiva com o Douro, localiza-se uma ilhota,
património municipal, onde recentemente foi descoberto a
estrutura de uma antiga ermida do século XV. No meio do
rio, a ilha permanece de sentinela ao tráfico fluvial e
desperta os jovens para a prática dos desportos náuticos
ou mesmo para um animado acampamento em período estival.
Neste local, de espectacular enquadramento paisagístico,
onde a edilidade paivense construiu uma funcional área de
lazer, marina, balneários e piscina descoberta, barqueiros
simpáticos, experientes, proporcionam agradáveis
passeios em embarcações típicas e tradicionais
e contam histórias de arrepiar e lendas de mouras encantadas
e tesouros perdidos na profundeza do rio. Por todo o lado, neste território que a cada momento apetece
descobrir, procurado pelos amantes de todo-o-terreno, o verde destaca-se,
cobre a montanha e dá-lhe vida. Em toda esta envolvência
serena, a natureza, num louvor supremo, concebeu um vinho verde
sublime, um dos melhores da região demarcada, evidenciando-se
o ambiente vivido em torno deste sector agrícola, de extrema
importância na economia do concelho.
Para além do Hotel Rural Casa de S. Pedro, com 12 quartos,
um moderno hotel integrado num espaço agrícola de
significativa grandeza e tranquilidade, que oferece um confortável
alojamento, restauração e oportunidades de participar
nas actividades rurais, o concelho tem ainda a Residencial Castelo
Douro, com 18 quartos, uma estrutura hoteleira moderna e funcional,
localizada bem no centro da Vila, e que assegura, também,
serviço de restaurante.
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Concelho
de Cinfães
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Igreja
Românica de Tarouquela
A Igreja de Tarouquela, edificada no século XII, apresenta
como principal característica os trabalhos de escultura.
Existe um pórtico gótico-românico de três
arquivoltas lisas, correspondente a três pares de fustes
cilíndricos, que arrancam de três capitéis.
Em cada uma das fachadas laterais, podem ver-se diversas figuras
simbólicas, tais como: cabeças de lobo, corujas,
um meio corpo humano e vários mascarões expressivos.
No pórtico principal, há também um tímpano
com uma flor-de-lis aberta em sulco. Na zona envolvente, encontram-se
vestígios do Mosteiro e da velha casa do Mosteiro que
ficavam anexos à Igreja. Foi classificada como Monumento
Nacional pelo Decreto N° 34.452, de 20 de Março de
1945..
Igreja de S. Miguel de Escamarão
A Igreja de Nossa Senhora da Natividade em Escamarão,
na Freguesia de Souselo - que foi na época medieval um
dos mais importantes Coutos do concelho - é de remota
fundação e de interessantes características
arquitectónicas. Apesar de ser de pequenas dimensões,
tem um grande significado histórico, nomeadamente pelas
manifestações artísticas que apresenta.
São de admirar, o arco cruzeiro na nave, os painéis
de azulejos hispano-árabes e o retábulo-mor em
talha do século XVII onde está uma imagem de Nossa
Senhora da Natividade. No exterior, destaca-se o pórtico
desta igreja gótico-românica e a janela gótica
geminada existente na ábside que demonstra já indícios
do período gótico flamejante. Foi classificada
como imóvel de interesse público - Dec. N°.
37.728, de 05.10.1950.
Igreja Paroquial de S. Cristóvão
de Nogueira
A Igreja Paroquial de S. Cristóvão de Nogueira
apresenta também algumas características românicas.
Erigida no século XIII, em estilo românico e, apesar
dos restauros efectuados, ainda se conseguem encontrar vestígios
da arquitectura original. Restaurada no século XVIII,
todo o interior da igreja foi executado em estilo barroco. Corpo
de uma só nave. Altar-mor com tribuna de talha dourada,
com duas imagens. No seu interior, o arco de Triunfo é revestido
a talha e em cada sopé existe o altar. O corpo da Igreja é constituído
por uma torre sineira lateral construída no século
XVIII.
Igreja Matriz de Cinfães
A
Igreja de S. João Baptista e Matriz de Cinfães,
localiza-se no núcleo mais antigo da vila. A Igreja actual
em estilo barroco foi construída no século XVIII
no mesmo local aonde já tinha sido erigida uma capela. É um
templo vasto e magestoso de planta cruciforme sendo os topos
do transepto arrematados por duas capelas. Na capela lateral, à direita,
encontram-se dois sarcófagos de granito, anapigráfico,
com uma estátua jacente. No exterior, junto à sacristia,
existe um tímpano que se presume ser de origem visigótica.
Pelourinho de Cinfães
Situado na envolvente do Edifício dos Paços
do concelho.
Classificado como Imóvel de interesse público.
Pelourinho de Nespereira
Situado no Lugar da Feira-Nespereira.
Classificado como imóvel de interesse público.
Pelourinho ou "Picota " em Enxidrô -
Tendais
Fuste erguido sobre base quadrangular. Falta-lhe
o remate que seria semelhante ao que encima o de
Nespereira.
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Concelho
de Espinho
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DAS
ORIGENS À CRIAÇÃO DO CONCELHO
A elaboração de um esboço histórico
sobre Espinho, necessariamente sumário e elucidativo,
leva-nos a sublinhar aqueles aspectos tidos como mais marcantes,
que identifiquem as suas raízes e tracem as etapas decisivas
da sua evolução, desde que surgiu como pequeno
aglomerado piscatório até se transformar em povoação,
capaz de atingir o estatuto de freguesia e de se expandir com
força suficiente para alcançar, como concelho,
uma autonomia sólida e duradoura.
As Origens
Espinho teve a sua origem num vasto areal denominado "Espinho-Mar" que,
em conjunto com um povoado conhecido como "Espinho-Terra",
constituía o lugar de Espinho, parte integrante da freguesia
de S. Félix da Marinha, do concelho de Vila Nova de Gaia.
As referências a este lugar remontam à época
da integração do território no reino das
Astúrias e Leão, existindo documentos (datados
de 985,1055 ou 1080) em que aparece a designação
de "villa" Spinu (ou Espinu), relativa a uma propriedade
rural localizada a poente do monte de Seitela (perto do mar)
e confrontada com o lugar de Brito (a norte) e com Anta (a sul).
O vasto areal terá surgido muito depois do período
de dominação romana, quando as águas do
oceano recuaram por força da sedimentação
de areias e da formação dunar, sendo referido como
local de pesca numa carta de D. Manuel (datada de 1510), que
concede os direitos da pescaria realizada "na costa do mar
da foz despinho atee foz de vouga".
A utilização de locais próximos do Porto
para a pesca marítima, de carácter esporádico,
tornou-se mais frequente com movimentos migratórios, principalmente
provenientes de Ovar, por necessidade de aproximação
a mercados capazes de proporcionarem o necessário escoamento
do produto, em virtude de se desconhecerem processos de conservação.
A costa de Espinho, como local de trabalho de um grupo de pescadores, é citada
no relato de uma revolta, em 1737, de várias colónias
(em que se incluíam as de S. Jacinto, Torreira e Furadouro),
como protesto a restrições ao uso de recursos florestais,
ordenadas pelo administrador do pinhal da Estrumada (Ovar). Na
segunda metade do séc. XVIII, esta faixa costeira foi
alvo de reformulação administrativa, determinada
pelo Bispo do Porto, tendo como ponto de referência uma
pequena lagoa, cuja margem norte se manteve integrada no lugar
de Espinho da paróquia de S. Félix da Marinha,
ao passo que a margem sul transitou para a paróquia de
Anta, dando origem a um novo lugar de Espinho.
Praias
Espinho possui 8Km de praias, que desde 1830 são procuradas
pelo clima ameno, areais extensos em conjunto com rochas marinhas
repletas de algas em certas zonas que proporcionam a cada veraneante
a possibilidade de escolher a praia da sua preferência.
O imenso mar azul que envolve a areia fina é recortado
por esporões que o tornam manso em zonas propícias
a banhos com o prazer e segurança de uma praia cuidadosamente
vigiada, mas também exibe uma ondulação
adequada à prática de desportos aquáticos,
como o surf ou bodybord. Assim, o sossego de uma praia isolada
contrapõe-se à acção de outra, onde,
inclusive, poderá assistir a um disputado jogo de voleibol
de praia ou conviver num animado bar.
Espinho possui uma praia distinguida com Bandeira azul da Europa
(praia da Baía) onde, durante toda a época balnear
se realizam as mais variadas actividades que visam sensibilizar
veraneantes e toda a população para a necessidade
de preservar o ambiente
• Praia Marbelo
Marco o inicio da frente urbana das praias de Espinho. Areal
amplo onde se realizam campeonatos de andebol, futebol e voleibol
de praia, um dos desportos de eleição da cidade,
devido ao sucesso da dupla Miguel Maia e João Brenha.
Mar picado.
Informações complementares:
Praia vigiada
Bar
Aluguer de guarda-sóis e toldos
Duches
Casas de banho
Acesso para deficientes
Surf e bodyboard
•
Praia Pop
Areia branca e fina, moldada por diversas barracas.
Informações complementares:
Praia vigiada
Bar
Aluguer de guarda-sóis e barracas
Duches
Casas de banho
Acesso para deficientes
•
Praia Azul
Passeio marítimo amplo, numa zona fechada ao trânsito,
ideal para caminhadas. A praia reúne miúdos e graúdos
no seu areal
Informações complementares:
Praia vigiada
Bar
Aluguer de guarda-sóis e barracas
Duches
Casas de banho
Acesso para deficientes
• Praia Seca
Próxima das piscinas municipais, uma das mais concorridas
do País, situa-se numa zona fechada ao trânsito,
perto da estação dos caminhos de ferro e do núcleo
comercial de Espinho. Movimento intenso, apesar de um areal de
dimensão considerável.
Informações complementares:
Praia vigiada
Bar
Aluguer de guarda-sóis e barracas
Duches
Casas de banho
Acesso para deficientes
• Praia Costa Verde
É frequentada pelo turista típico das redondezas, que todos os
anos aluga uma barraca de praia à época ou a herda dos pais. Alberga
a escola de surf Nortada, responsável pela boa parte da animação
desportiva de Espinho.
Informações complementares:
Praia vigiada
Bar
Aluguer de guarda-sóis e barracas
Duches
Casas de banho
Acesso para deficientes
Surf e bodyboard
• Praia da Baía
Praia da zona urbana de Espinho mais procurada pelos banhistas.
Limitada por dois paredões, tem excelentes condições
para a prática de surf. Durante a época balnear
funciona uma Ludoteca / Centro Azul que para além do empréstimo
de jogos e livros, promove inúmeras iniciativas de caracter
lúdico que tornam esta praia um local de lazer privilegiado.
Realizam-se ainda no mesmo local Campeonatos Europeus e Mundiais
de Voleibol de Praia, de Surf e Body Board.
Informações complementares:
Praia vigiada
Bar
Aluguer de guarda-sóis e cadeiras
Duches
Casas de banho
Acesso para deficientes
Surf e bodyboard
• Praia de Silvalde
Areal extenso e com boas ondas para surf, situado no extremo
sul da área urbana de Espinho, numa zona mais pobre da
cidade. Localizada próximo do Campo de Golfe "Oporto
Golf Club".
Informações complementares:
Praia vigiada
Bar
Duches
Casas de banho
Acesso para deficientes
Surf e bodyboard
• Praia de Paramos
O acesso à praia obriga a atravessar a pista aérea
do Aeródromo. Um imenso areal dividido por um pontão
artificial que rodeia uma capela. Encontra-se próxima
do Clube de Golfe fundado em 1890.
Informações complementares:
Praia vigiada
Bar
Aluguer de guarda-sóis, toldos e barracas
Duches
Casas de banho
Acesso para deficientes
Surf e bodyboard
(mais em breve)
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Concelho
de Felgueiras
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(informação
em breve)
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Concelho
de Gondomar
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(informação
em breve)
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Concelho
de Lousada
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O
concelho de Lousada, integrado na região do Vale de Sousa, é bastante
industrializado, com destaque para a indústria de confecções
de vestuário, apesar de ainda manter um cariz agrícola,
sobretudo no domínio nos vinhos verdes e lacticínios,
com empresas agro-industriais bastante desenvolvidas. Com uma população a rondar os 45 mil habitantes,
na sua maioria jovens, distribuídos por 25 freguesias
e cerca de 95km2, Lousada dista 35 km do Porto, a cujo distrito
pertence, confinando com os concelhos de Penafiel, Paredes, Paços
de Ferreira, Santo Tirso, Vizela, Felgueiras e Amarante. Reúne atractivos para uma estada agradável: as
estações arqueológicas, igrejas e solares
majestosos, pelourinho, pontes, aqueduto e a Torre dos Mouros
constituem património histórico de um Município
onde as belezas naturais se afirmam por excelência, como
comprova O artesanato tem nos bordados uma importante expressão,
mas a tecelagem, especialmente em linho, a piroctecnia, cestaria,
tamancaria e latoaria encontram-se igualmente em actividade,
numa terra onde o incomparável vinho verde e a saborosa
gastronomia, nomeadamente o cabrito assado com arroz de forno,
o basulaque, o pão-de-ló e os beijinhos de amor,
merecem também especial relevância.
O maior andor do País, transportado na festa da Senhora
da Aparecida por cerca 70 homens, constitui uma importante atracção
turística, mas as romarias prolongam-se durante todo o
ano, com folclore, bandas de música, grupos de bombos,
gigantones, fogo-de-artifício e "vacas-de-fogo". A singular hospitalidade do povo completa o conjunto de razões
para uma visita a Lousada - terra onde as condições
de bem estar têm sido valorizadas.
Se as piscinas, o auditório e a biblioteca municipais
oferecem propostas de interesse, é indesmentível
uma melhoria de qualidade das condições hoteleiras
e de alojamento, com o turismo no espaço rural a apresentar
excelentes exemplos. As acessibilidades têm vindo a ser ampliadas, Lousada,
no âmbito da Região do Vale de Sousa, reúne
condições para potenciar a sua oferta turística.
Rotas do Românico, do Vinho Verde e do Gourmet, roteiros
culturais e programas de animação cultural e desportiva
durante o ano surgem como propostas, com destaque para o novo
Complexo Desportivo e o Eurocircuito, que confirmam que viver
em Lousada significa, cada vez mais, qualidade e prazer.
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Concelho
de Maia
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MONUMENTOS
E LOCAIS DE INTERESSE
Igreja de Santa Maria (Nª Srª do Ó) - Monumento
Nacional desde 1884, cuja data de construção é anterior à própria
nacionalidade. Esta igreja foi fundada pelos cavaleiros do Santo
Sepulcro, sendo dúplice, por nele morarem cónegos
e cónegas de Santo Agostinho, da ordem regrante do Santo
Sepulcro. De origem românica possui duas naves com capiteis
ornados com folhagens e decoram-na painéis pintados com
motivos vegetalistas e animais. Destaca-se na sua frontaria o
portal de quatro arquivoltas ogivadas, e, no lado norte, o portal
de duas arquivoltas igualmente ogivadas, com a cruz de Malta
no tímpano.
Capela Nossa Senhora da Guadalupe - Monumento eventualmente
românico, reconstruído em 1633. Situa-se no Lugar
do Paço em Águas Santas. A Capela tem no seu altar-mor a imagem da Virgem de Guadalupe,
feita por um santeiro espanhol, a segurar o Menino num braço
e no outro um bastão. O seu interior está revestido
por notáveis "frescos", de origem seiscentista,
alusivos à Senhora e às fases da Paixão
de Cristo.
De referir ainda o espaçoso coro e um orgão de
tubos, construído em 1827.
A padroeira dos toureiros tem festas em sua honra no 1º Domingo
de Setembro e em honra do Menino Deus no 2º Domingo de Janeiro.
Monumento às Bandas de Música -
Homenagem às
seculares bandas de música de Moreira e Gueifães,
que representam uma das mais belas, mais ricas e mais significativas
expressões da nossa cultura popular.
Maior grupo escultórico em bronze da Europa representando
uma banda em plena actuação, da autoria do escultor
Laureano Ribatua.
1997
...entre outros
in:
http://turismo.maiadigital.pt/
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Concelho
de Marco de Canaveses
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(informação
em breve)
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Concelho
de Matosinhos
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(informação
em breve)
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Concelho
de Paços de Ferreira
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Património
Classificado
Os primeiros vestígios da ocupação humana reconhecidos
com segurança na área concelhia permitem delinear um
quadro de sequências culturais desde formas incipientes de
actividade agrária, em horizontes megalíticos bem documentados,
a um papel de primordial importância durante a Idade dos Metais.
Os melhores testemunhos deste passado são hoje monumentos
nacionais, como o Dólmen de Lamoso e a Citânia de Sanfins,
uma das mais importantes estações arqueológicas
da Proto-história europeia.
A partir dos tempos da fundação da nacionalidade, a
consolidação e expansão da economia encontra-se
nas mãos de uma sociedade florescente, em que a terra estava
repartida segundo práticas feudais. Essa vitalidade económica
e social é manifesta na edificação do imponente
templo românico de S. Pedro de Ferreira, que ocupa então
lugar central na organização e exploração
do território.
Capital do Móvel
O Concelho de Paços de Ferreira afirmou-se, durante os últimos
20 anos, como a Capital do Móvel em Portugal. Já acolheu
a 1ª Bienal Internacional de Design de Mobiliário.
Paços de Ferreira é hoje o maior centro de negócios
de mobiliário do país e da Galiza, centralizando-se
aqui o escoamento de grande parte da produção nacional
de móveis.
Com uma área de exposição instalada de cerca
de 1 milhão de metros quadrados, Paços de Ferreira é o
dínamo do sector do mobiliário em Portugal, contando
também com uma importante actividade industrial ao nível
da produção.
O próprio Instituto de Comércio Externo de Portugal
considera que a indústria de mobiliário é a
que mais tem contribuído para o equilíbrio das exportações
e para o estancamento da crise. O fio da História Em Paços de Ferreira esta indústria nasceu do embrião
do mobiliário escolar.
O objectivo do notável pacense Albino de Matos era introduzir
em Portugal um método de ensino especial, a partir da reforma
do mobiliário escolar, substituindo o que considerada mobiliário
desproporcionado e anti-higiénico por novos modelos revolucionários,
cujos preceitos higiénicos e pedagógicos eram prioridade.
Professor primário e emi¬nente pedagogo, revolucionou
de uma forma patriótica, todos os esta¬belecimentos
de ensino oficial e particular, quando em 1920 decide espalhar
em Portugal este método nas escolas infantis, primárias
e liceais.
Depois, vieram os Dons de Froebel, os con¬tadores, as caixas
métricas popularizadas sob a designação “Albino
de Matos”, as colecções de todos os sólidos
e medidas várias, necessários para o ensino da geometria,
o metro articulado e os entretenimentos úteis para as crianças,
escrupulosamente executados segundo o sis¬tema do grande professor
que os inventou.
Assim surge a Albino Matos, Sucrs, Lda., em Freamunde, e bastaram
três anos para que a solução para responder
ao crescente volume de pedidos foi a fusão com uma outra
fábrica, tam¬bém de Freamunde, a Pereira & Barros,
Lda..
Da união resultou a designação de Albino de
Matos, Pereiras & Barros, Lda., a primeira indús¬tria
instalada no Concelho de Paços de Ferreira, pioneira da
indústria de marcenaria, que execu¬tava com perfeição
o mobiliário escolar, criando nas suas instalações
uma verdadeira escola de formação de operários
e técnicos especializa¬dos, muitos dos quais viriam
a estabelecer-se por conta própria e dar origem ao início
de uma rede de empresas de mobiliário que hoje torna a Capital
do Móvel, como o Concelho de maior significado na indústria
nacional de mobiliário.
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Concelho
de Paredes
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Turismo
Paredes, integrado na região do Vale do Sousa, é hoje
um concelho que se tem vindo a afirmar em diferentes áreas
da nosso sociedade, nomeadamente o turismo.
Em termos de localização, Paredes goza de condições
privilegiadas, uma vez que se encontra a escassos minutos do grande
Porto. Por outro lado preserva, ainda, uma magnífica atmosfera
rural. O concelho de Paredes está inserido na Rota do Românico
e na Rota dos Vinhos Verdes, reunindo um conjunto de equipamentos
e meios que poderão proporcionar agradáveis momentos.
Todas as pessoas que desejem obter informações sobre
o concelho devem deslocar-se à Câmara Municipal, uma
vez que é neste espaço que funciona o sector de turismo.
No espaço de atendimento turístico da Câmara
Municipal de Paredes pode encontrar informação sobre
o património, o que fazer, o que visitar, indicações
sobre o tipo de artesanato do concelho, alojamento, restauração,
meios de transporte e mapas do concelho da cidade de Paredes.
O Pelouro de Turismo é, igualmente, responsável pela
instrução dos processos de Classificação
de Imóveis de Interesse Municipal.
Património do concelho de Paredes
O Património do concelho de Paredes é apresentado de
uma forma simples e esquemática por forma a tornar-se acessível
ao utilizador encaminhando-o para uma pesquisa de acordo com os
objectivos e interesses. Nesse sentido, estruturou-se o tema em dois grupos: Património
Classificado subdividido pelas categorias de classificação
definidas pela Lei nº 107/2001 de 8 de Setembro e Património
não Classificado organizado numa abordagem individual sobre
Património Arqueológico, Património Etnográfico
e Património Arquitectónico. Por fim, num grupo autónomo destaca-se o Património
Natural subdividido, também, em Património Natural
Classificado e Património Natural não Classificado. Refira-se que o Património aqui difundido é o resultado
do trabalho de identificação e registo patrimonial
desenvolvido pelo Pelouro da Cultura. A continuidade da elaboração
deste inventário, permitirá a actualização
dos dados que irão enriquecer o conhecimento do património
concelhio.
Monumento Nacional
Igreja de S. Pedro do Mosteiro de Cête
A fundação do Mosteiro remonta aos séculos
X/XI. Foi da Ordem de S. Bento e a partir dos meados do século
XVI da Ordem de S. Agostinho. Em 1758 encontravam-se, ainda, dois
religiosos a assegurar a vida espiritual da...
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Concelho
de Penafiel
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(informação
em breve)
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Concelho
de Póvoa do Varzim
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Concelho
de Resende
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(informação
em breve)
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Concelho
de Santa Maria da Feira
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(informação
em breve)
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Concelho
de Santo Tirso
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Debruçado
sobre o rio Douro, o Porto é uma das mais antigas cidades
da Europa. Nasce e desenvolve-se durante a Idade Média,
a partir da margem norte do Rio Douro. Um dos aspectos mais significativos
do Porto e do centro histórico é o seu enquadramento
paisagístico, fruto da harmonia das suas linhas e da sua
estrutura urbanística, que constituem um conjunto de rara
beleza. A cidade foi classificada como Património da UNESCO
em 1996.
Descobrir o Porto é ir ao encontro de muitas surpresas.
Ao lado do carácter hospitaleiro e conservador há uma
cidade contemporânea e criativa. As marcas deste “saber
estar” sentem-se nas ruas, na arquitectura e nos monumentos,
nos museus, nos espaços de lazer, nas esplanadas e nas
zonas comerciais.
As características singulares do centro histórico
do Porto fizeram com que a UNESCO o classificasse de "Património
Cultural da Humanidade", em Dezembro de 1996. Para conhecer
as etapas da classificação, a área classificada
e protegida e descobrir a relação do património
mundial e artístico.
ÁREA CLASSIFICADA E ÁREA DE PROTECÇÃO
A classificação teve como objecto a área do
burgo medieval, limitada pelas muralhas do século XIV. Aí se
localizam os mais antigos edifícios da cidade, as suas típicas
ruas e alguns dos mais atractivos espaços públicos.
Dado que o desenvolvimento do Porto foi um processo acompanhado
de estreitas relações com a margem esquerda do
Rio Douro, a proposta de classificação inclui ainda
a emblemática Ponte D. Luis I, da autoria de um discípulo
de Gustavo Eiffel - Theophile Seyrig - e, o monumento que lhe
fica sobranceiro, o convento Agostinho Da Serra do Pilar.
A área de protecção coincide praticamente
com os antigos arrabaldes da cidade medieval, tanto do lado do
Porto, como de Vila Nova de Gaia. Esta última inclui a
encosta em anfiteatro, onde se implantam as caves do Vinho do
Porto. Da margem norte, fazem parte a velha freguesia de Miragaia,
a qualificada cintura setentrional, cuja renovação
se iniciou a partir do século XVIII, o arrabalde antigo
de Santo Ildefonso e a escarpa dos Guindas e das Fontainhas que,
em socalcos, desce até ao Rio Douro.
1- Sé Catedral
2- Paço Episcopal
3- Igreja de S. Lourenço ou dos Grilos
4- Torre da Rua de D. Pedro Pitões
5- Ruína Medieval da Casa da Câmara (erradamente
conhecida por Casa dos 24)
6- Oratório da Capela de S. Sebastião
7- Muralha Primitiva
8- Casa da Rua de D. Hugo nº5
9- Casa do beco dos Redemoínhos
10- Casa Museu de Guerra Junqueiro
11- Ccasa dos Freires de Andrade
12- Igreja de Nossa Senhora do Patrocínio (Antigo Recolhimento
do Ferro)
13- Muralha Fernandina
14- Casa do Ascensor dos Guindais
15- Igreja de Santa Clara
16- Palácio dos Condes de Azevedo
17- Recolhimento da Porta do Sol (ou Recolhimento de N.ª S.ª das
Dores e S. José das Meninas Desamparadas)
18- Capela dos Alfaiates ou de Nossa Senhora de Agosto
19- Edifício do Governo Civil (Antiga Casa Pia)
20- Teatro de S. João
21- Igreja da Ordem do Terço
22- Praça da Batalha
23- Monumento a D. Pedro V
24- Palácio da Batalha
25- Igreja de Santo Ildefonso
26-Igreja dos Congregados
27- Estação de S. Bento
28- Praça da Liberdade e Avenida dos Aliados
29- Monumento a D. Pedro IV
30- Câmara Municipal do Porto
31- Igreja da Trindade
32- Igreja dos Clérigos
33- Faculdade de Ciências (Antiga Academia Politécnica)
34- Igreja dos Terceiros do Carmo
35- Igreja dos Carmelitas
36- Instituto de Ciências Abel Salazar (Antiga Escola Médico-Cirúrgica)
37- Hospital de Santo António
38- Edifício da Cooperativa Árvore (Casa dos Albuquerques)
39- Passeio das Virtudes
40- Jardim da Cordoaria
41- Capela de S. José das Taipas
42- Antiga Cadeia da Relação
43- Igreja de S. Bento da Vitória
44- Edifício da Polícia Judiciária (Casa
de José Monteiro de Almeida)
45- Igreja de Nossa Senhora da Vitória
46- Casa da Rua de S. Miguel, n.º 4
47- Igreja da Misericórdia
48- Casa dos Cunha Pimentéis
49- Edificio da Antiga Companhia de Seguros Douro
50- Palacete de Belomonte (Casa dos Pacheco Pereira)
52- Palácio de S. João Novo
52- Palácio de S. João Novo
53- Igreja de S. João Novo
54- Igreja de S. Pedro de Miragaia
55- Palácio das Sereias
56- Alfândega do Porto
57- Hospital de São Francisco
58- Casa de Despacho da Ordem Terceira de São Francisco
59- Igreja dos Terceiros de São Francisco
60- Igreja de S. Francisco
61- Palácio da Bolsa
62- Instituto do Vinho do Porto
63- Mercado Ferreira Borges
64- Praça do Infante D. Henrique
65- Monumento ao Infante D. Henrique
66- Igreja de S. Nicolau
67- Casa da Rua da Reboleira, n.º 55
68- Casa da Rua da Reboleira, n.º 59
69- Capela de Nossa Senhora do Ó
70- Casa do Infante (ou da Alfândega Velha)
71- Feitoria Inglesa
72- Praça e Cais da Ribeira
73- Postigo do Carvão
74- Alminhas da Ponte
75- Pilares da Ponte Pênsil
76- Ponte de Luís I
77- Casa da Companhia Velha
78- Casa dos Sousa e Silva
79- Casa dos Constantinos
80- Casa dos Maias
81- Antigo Hospital de D.Lopo
82- Praça de D. João I
83- Torre da Rua de Baixo
84- Chafariz da Rua Escura
85- Fonte da Rua das Taipas
86- Chafariz do Anjo (Largo da Sé)
87- Chafariz das Virtudes
88- Chafariz da Colher
89- Fonte da Rua de S. João (Praça da Ribeira)
90- Antigo Restaurante Comercial
91- Casa de Arte Nova (Rua Galeria de Parisn.º 28)
92- Casa Arte Nova (Rua Cândido Reisn. 75, 79)
93- Capela Nossa Senhora da Silva
94- Casa Vincent
95- Casa Reis, Filhos
Descubra muito mais em: http://www.portoturismo.pt/
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Concelho
de Valongo
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(informação
em breve)
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Concelho
de Vila do Conde
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(informação
em breve)
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Concelho
de Gaia
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Vinho do Porto
O Vinho do Porto é um vinho licoroso, produzido na Região
Demarcada do Douro, sob condições peculiares derivadas
de factores naturais e de factores humanos. O processo de fabrico,
baseado na tradição, inclui a paragem da fermentação
do mosto pela adição de aguardente vínica
(benefício ou aguardentação), a lotação
de vinhos e o envelhecimento.
O Vinho do Porto distingue-se dos vinhos comuns pelas suas características
particulares: uma enorme diversidade de tipos em que surpreende
uma riqueza e intensidade de aroma incomparáveis, uma persistência
muito elevada quer de aroma quer de sabor, um teor alcoólico
elevado (geralmente compreendido entre os 19 e os 22% vol.), numa
vasta gama de doçuras e grande diversidade de cores. Existe
um conjunto de designações que possibilitam a identificação
dos diferentes tipos de Vinho do Porto. A cor dos diferentes tipos
de Vinho do Porto pode variar entre o retinto e o alourado-claro,
sendo possíveis todas as tonalidades intermédias
(tinto, tinto-alourado, alourado e alourado-claro). Os Vinhos do
Porto Branco apresentam tonalidades diversas (branco pálido,
branco palha e branco dourado), intimamente relacionadas com a
tecnologia de produção. Quando envelhecidos em casco,
durante muito anos, os vinhos brancos adquirem, por oxidação
natural, uma tonalidade alourada-claro semelhante à dos
vinhos tintos muito velhos. (...)
Património Religioso
Mosteiro da Serra do Pilar
Implantado no cimo de uma escarpa e dominando
toda a zona sobranceira ao Douro ergue-se o verdadeiro ex-libris
de Vila Nova de Gaia,
o Mosteiro da Serra do Pilar. Classificado pela Unesco como Património
Mundial desde 1996.
Frei Brás de Braga, de acordo com D João III e com
D. Fr. Baltazar Limpo, Bispo do Porto, decidiu fundar este novo
mosteiro, em 1537, para albergar os Cónegos Regrantes de
Santo Agostinho provenientes do Mosteiro de Grijó, à data
bastante degradado.
A Igreja, classificada como Monumento Nacional, realça-se
pela planta circular, coberta por uma imponente abóbada
hemisférica, rodeada por varandim e coroada por um lanternim.
No interior, salientam-se os trabalhos em talha dourada e dourada
e branca. Conserva um belo claustro, igualmente classificado como
Monumento Nacional, com abóbada circular com nervura central
apoiada em 36 colunas jónicas. Destaca-se ainda o seu "rendilhado" formado
por volutas, cartelas e pináculos. Este mosteiro maneirista é um
exemplar único em Portugal, visto que a igreja e o claustro
são de planta circular, modelo este proveniente da arquitectura
civil.
A sua localização geográfica foi crucial em
1809, aquando das invasões pelas tropas napoleónicas
e em 1832-33 enquanto base militar durante as lutas liberais. Elevado à categoria
de fortaleza foi convertido desde então em quartel de artilharia.
Do terraço fronteiriço poderá desfrutar de
excelentes vistas sobre o Rio Douro, a zona mais antiga da cidade
e os telhados das Caves do Vinho do Porto.
Largo de Aviz - Santa Marinha
4430-329 Vila Nova de Gaia
Visitas por marcação
Mosteiro de Grijó
O Mosteiro terá tido origem numa pequena igreja, fundada
no séc.X, sob a invocação de São Salvador.
A planta, de 1572, engloba a igreja, o claustro e sacristia. A
igreja foi concluída e benzida em 1626 e ocupa uma área
destacada no conjunto. De nave única com uma capela-mor,
possui ainda três capelas e um altar de cada lado.
Junto ao coro alto existe um órgão de tubos de finais
do século XVIII inícios do século XIX que
foi recentemente restaurado. No século XVIII, o seu interior
foi renovado. As artes decorativas do azulejo e da talha, características
do Barroco, preenchem o seu interior, com destaque para a capela-mor.
A fachada, que acusa influências flamengas, foi em 1998 enriquecida
com vitrais, da autoria do Mestre Júlio Resende, que representam
a Trindade e a Criação.
A sacristia é um vasto espaço quase quadrangular
com as paredes completamente revestidas a azulejo em tapete policromo.
No claustro destacam-se os painéis de azulejo, representando
os evangelistas e doutores da igreja e ao centro uma fonte do início
do século XVII. De realçar o túmulo, do séc.XIII,
de D. Rodrigo Sanches, feito em pedra ançã, classificado
como Monumento Nacional.
Lugar do Mosteiro
Grijó
Convento Corpus Christi
O Convento Corpus Christi foi construído primitivamente
junto ao rio no Séc. XIV. A Igreja conheceu uma degradação
gradual provocada pelas constantes cheias do Rio Douro, o que originou
a edificação, pelas freiras de S. Domingos, da actual
capela no séc. XVII. O mosteiro sofreu profundas alterações
nos séculos XVII e XVIII e foi extinto em 1834.
Salienta-se a riqueza e valor artístico da capela octogonal,
rematada por uma cúpula de pedra, com quatro altares laterais,
o côro-alto com o tecto formado por 49 caixotões decorados
com pinturas a óleo, e ainda o cadeiral, da primeira metade
do século XVII, com ricos trabalhos de ornamentação
nomeadamente volutas e máscaras.
Encontra-se aqui a arca tumular de Álvaro de Cernache, alferes
da bandeira da Ala dos Namorados na Batalha de Aljubarrota.
Hoje, o Convento de Corpus Christi, em local privilegiado junto
ao Cais de Gaia, é um equipamento municipal de intensa actividade
cultural.
Largo de Aljubarrota, 13
4400-012 Santa Marinha
Tel. 223 773 190 | Fax: 223 702 554
Visitas:
Galerias do Convento - 10h00 - 18h00 (Terça a Domingo)
Mosteiro de Pedroso
Mosteiro beneditino cuja fundação remonta ao século
XI. Situa-se na freguesia de Pedroso, a poucos quilómetros
do centro da cidade de Gaia.
Entre os séculos XI e XIV, assistiu-se a um engrandecimento
patrimonial deste Mosteiro, até que em pleno século
XVI o convento é extinto. A partir de 1759 a Igreja do Mosteiro
passou a servir de Matriz da Freguesia. Do românico inicial,
já perdido, restam um escudo na fachada lateral, uma pia
baptismal no interior e duas adoçadas à face interna
de corpo coberto (tipo nartex) que precede a entrada. Possui, também,
um brasão do séc. XVI e algumas imagens religiosas.
Largo do Mosteiro - Pedroso
Igreja de Santa Marinha
A Igreja de Santa Marinha, que terá sido em tempos uma
pequena ermida românica, foi alvo de restauros consecutivos
ao longo dos séculos XVII-XVIII. Em 1745 procede-se à reedificação
do corpo da igreja, cujo traço é da autoria de Nicolau
Nasoni. Está classificada de Imóvel de Interesse
Público desde 1974. Bom exemplar de arquitectura barroca é uma
igreja ampla, com bastante luz, de planta longitudinal e nave única
com lambril de azulejos em toda a área que se prolonga até à capela-mor.
O arco triunfal é sobrepojado por sanefa de talha e ladeado
por dois retábulos de talha dourada.
Na capela-mor e sobre o frontão triangular encontram-se
telas com moldura em talha, sendo a "Adoração
dos Reis Magos" a de melhor traço. Aspecto de destaque
será o retábulo joanino ricamente adornado com colunas
salomónicas, motivos vegetalistas e anjos.
A fachada principal é bastante despojada de ornamentação,
cuja torre de construção posterior data de 1894.
Largo Joaquim Magalhães
Centro Histórico
Santa Marinha
Caplea do Senhor da Pedra
A Capela do Senhor da Pedra localiza-se
num rochedo batido pelo mar, na praia de Miramar.
A sua edificação, a partir de uma planta centrada
de forma hexagonal, pela concepção arquitectónica,
poderá remontar ao século XVII, embora testemunhos
documentais apontem o século XVIII.
O seu interior possui três retábulos em talha policroma
e dourada de influência Rococó, e um púlpito
de madeira. De salientar a imagem do Senhor da Pedra - um Cristo
Crucificado.
O culto popular ao Senhor da Pedra manifesta-se através
da Romaria do Domingo da Santíssima Trindade e é considerada
uma das maiores e das mais carismáticas do concelho. No
entanto, são muitos os que visitam o local durante todo
o ano. A praia e a alameda do Senhor da Pedra são motivos
adicionais para visita e lazer.
Praia de Miramar - Gulpilhares
Capela do Bom Jesus
A Igreja do Bom Jesus de Gaia, também conhecida desde o
Séc.XIX por capela de Nª Sª da Bonança
fica situada na rua Viterbo de Campos, no Lugar do Castelo de Gaia.
Localizada numa povoação de remota antiguidade, confirmada
por escavações arqueológicas, trata-se de
uma igreja de antiga invocação, que sofreu obras
ao longo dos tempos, tendo sido alargada e ampliada várias
vezes desde a Idade-Média. A igreja compõe-se de
dois corpos simples, a que estão adossadas a sacristia a
sul e a torre sineira a norte. O corpo principal é separado
da capela-mor pelo arco triunfal, provavelmente refeito no séc.
XIX.
Rua Viterbo Campos
Lugar do Castelo
Santa Marinha
in:
Gaia Global
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